quinta-feira, 25 de outubro de 2018

CURRICULUM VITAE - 2017







Onestaldo do Carmo Bentes da Costa Júnior.

SANTARÉM – PARÁ

O. JR Bentes – 9190 6628 (vivo) – 98401 0636 (CLARO) - 3063 4552



  1. DADOS PESSOAIS
Nome: Onestaldo do Carmo Bentes da Costa Júnior

Data de nascimento: 28/03/1973

Filiação: Onestaldo do Carmo Bentes da Costa
Maria Raimunda Santos da Costa

Naturalidade: Santarém – Pará

Estado civil: solteiro

Certidão de Nascimento: Matrícula:57 -Nº 83.835 - Livro: 97 - Folha: 194

RG: 6595074 - SSP/PA - Expedição: 10/07/2012

CPF: 480 110 293 – 04

Titulo de Eleitor: 322261107/01 – zona – 003 Secção – 017

Carteira de trabalho: 56232 – Série: 0038 Ce.

Pis/Pasep: 19016335369

CNH:

CRC: 19 246 – O

Dados Seduc/Pa:

SERVIDOR(A): ONESTALDO DO CARMO BENTES DA COSTA JUNIOR
MATRÍCULA: 57207025-1
CARGO: PROFESSOR CLASSE I

CÓD. SETOR: 001920902720000
SETOR: EE SAO FELIPE
DATA DO EXERCICIO: 16/09/2008
DATA DO EVENTO DE CARGO: 01/09/2011
FORMA PROVIMENTO: NOMEACAO CONCURSO
TIPO EVENTO: PROVIMENTO EFETIVO
TIPO DE VINCULO: EFETIVO

  1. ENDEREÇO RESIDENCIAL
TV. Dom Amando, 1526 – Bairro: Santa Clara.
CEP: 68 010 – 080 – Santarém – Pará.
Fones: 3063 4552 – (vivo)9190 6628 – (Claro)8402 9669
E-mail: onestaldojunior@bol.com.br//ojrbentes@gmail.com


  1. FORMAÇÃO ACADÊMICA
  1. Ensino Fundamental e Médio: Científico - Colégio 7 de Setembro – Fortaleza/ Ce (1990)
  2. Ensino Médio Técnico: Contabilidade - Colégio Carlos de Carvalho – Fortaleza/ Ce (1997)
  3. Ensino Superior – Licenciatura Plena em História/ UECE – Fortaleza/ Ce (1994 – 2000)
  4. Ensino Superior – Bacharelado em História – faltando uma disciplina: Monografia II – Fortaleza /Ce
  5. Ensino Superior – Bacharelado em Ciências Sociais: Antropologia – Sociologia – Ciências Políticas – UFC (trancado 7° semestre) - Fortaleza /Ce
  6. Ensino Superior – Bacharelado em Direito – ULBRA (cursando) Santarém/Pa
  7. Ensino superior – Extensão – Metodologia do Ensino Superior – Gama Filho – Fortaleza /Ce
  8. Ensino Superior – Especialização – Metodologia do Ensino Superior – FACINTER – Santarém /Pa
  9. Ensino Superior – Especialização – Direito Civil e Processual Civil – Damásio de Jesus
  10. Ensino Superior – Especialização – Psicopedagogia Clínica e Institucional
  11. Ensino Superior – MBA – Gestão de Recursos Humanos
  1. ATUAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO
    1. EDUCAÇÃO BÁSICA
  1. E.E.F.M São Felipe – Fundamental e Médio
Disciplinas: História
Período: ago. 2008 a ago. 2009
  1. E.E.F.M Miguel Gurgel – 7ª série e ensino médio
Disciplinas: Médio – 1°, 2° e 3° - Matemática
7ª série – História e Arte e Educação
Período: dez. de 2007 a fev. de 2008;
  1. Programa PROJOVEM – Fundamental – Supletivo (EJA)
Disciplinas: História, Geografia, Sociologia e Filosofia
Período: nov. de 2005 a fev. de 2008;
  1. E.E.F.M Noel Hugnen – 5ª série
Disciplinas: Matemática, Ciências e Arte e Educação
Período: 2007;
  1. E.E.F.M Renato Braga – Ensino Médio
Disciplinas: História – 1°, 2° e 3°
Período: mar. a set. 2007 – obs: 5 turmas de deficientes auditivos;
  1. SESI – Unidade: Thomaz Pompeu de Souza Brasil – EJA
Disciplinas: Ciências, História e Arte e Educação
Período: jan. a dez. de 2006;
  1. E.E.F.M Airton Senna da Silva – EJA/TAM
Disciplinas: Todas
Período: jan a dez. de 2005;
  1. E.E.F.M Estado de Alagoas – Médio
Disciplinas: História
Período: set. a nov. de 2005;
  1. E.E.F.M José Waldemar de Alcântara – Fundamental – 6ª série
Disciplinas: Matemática, Ciências, História e Educação Tributária
Período: jan. a dez. de 2005;
  1. E.E.F.M José Waldemar de Alcântara – Fundamental – 7ª série
Disciplinas: Português, Inglês, Geografia e História
Período: jan. a ago. de 2004;
  1. E.E.F.M Antônio Sales – Fundamental – 8ª série
Disciplinas: História, Matemática, Física, Química e Religião
Período: ago. a dez. de 2003;
  1. E.E.F.M Antonieta Siqueira – Médio
Disciplinas: Sociologia e História do Ceará
Período: jan. a ago. 2003;
  1. E.E.F.M Paróquia da Paz
Disciplinas: História
Período: jan.de 2002 a jan. de 2003;
  1. E.E.F.M Visconde do Rio Branco – Médio
Disciplinas: História, Geografia e Filosofia
Período: jan. a ago. de 2002;
  1. E.E.F.M Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Médio
Disciplinas: História
Período: ago. de 2002 a ago. de 2003;
  1. E.E.F.M Edson Corrêa – Médio
Disciplinas: História, Sociologia e Filosofia
Período: ago. a dez. de 2002;
  1. E.E.F.M Noel Hugnen – Fundamental
Disciplinas: História, Geografia, Inglês e Artes
Período: ago. a dez. de 2002;
  1. Colégio Rio Branco – Médio
Disciplinas: História e Geografia
Período: jan. a jul. De 2001.


    1. EDUCAÇÃO SUPERIOR
  1. UNIVERSIDADE VALE DO ACARAÚ – UVA
Disciplinas: História Moderna
Período: nov. de 2002
  1. Universidades Integradas do Ceará – UNICE
Disciplinas: História e escolas da Contabilidade
Período:
    1. OUTRAS EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS
  1. Escritório de Advocacia Dra. Maria José Bentes
Função: aux. de escritório
Período: 06/90 a 12/91
  1. Teatro José de Alencar
Função: Indicador e outras funções
Período: jan. a dez. de 1992
  1. Galvão Mauricio Produções
Função: aux. de produção
Período:
  1. A.C.D.E Administração de Cartões Estudantis.
Função: aux. administrativo
Período: ago. 1996 a ago. de 1997
  1. INTERBANC – Interface Bancária
Função: téc. administrativo – cobrança
Período: 1995 a 1997
  1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
Função: aux. téc. administrativo
Período: jun. a de 1996 a abr. de 1997
  1. Secretaria de Administração e Desenvolvimento do Estado de São Paulo – SEADE
Função: pesquisador
Período: jun. a ago. De 1997


    5. ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL: DOCÊNCIA, SERVIÇOS TECNICOS-ADMINISTRATIVOS E PESQUISA


  1. IDIOMAS
  1. Compreende: Português (bem)
Fala: bem
Lê: bem
Escreve: bem
  1. Compreende: Inglês (bem)
Fala: bem
Lê: bem
Escreve: satisfatoriamente
  1. Compreende: Italiano (satisfatoriamente)
Fala: bem
Lê: bem
Escreve: satisfatoriamente
  1. Compreende: Espanhol (satisfatoriamente)
Fala: satisfatoriamente
Lê: bem
Escreve: satisfatoriamente
  1. Compreende: Francês (razoavelmente)
Fala: razoavelmente
Lê: satisfatoriamente
Escreve: razoavelmente

      6. Compreende: Libras (razoavelmente)
Fala: razoavelmente
Lê: satisfatoriamente
Escreve: razoavelmente

7. DADOS COMPLEMENTARES
PARTICIPAÇÃO EM ÓRGÃOS COLEGIADOS E ANÁLOGOS:
  1. Vice-presidente do Conselho Escolar de E. E. F. M. José Waldemar de Alcântara;
  2. Vice-presidente do Conselho Escolar de E. E. F. M. Airton Senna da Silva;
  3. Membro da Comissão Eleitoral da E. E. F. M. Airton Senna da Silva;
  4. Membro do Centro Acadêmico de História da UECE
  5. Membro Diretório Central dos Estudantes da UFC
  6. Membro da Comissão Eleitoral para o DCE – UFC

8. APROVAÇÃO EM CONCURSOS E SELEÇÕES PÚBLICOS
0. Concurso fiscal do CREA – Pa – 2008;
1. Concurso para professor efetivo SEDUC – Pa - 2008;
2. Seleção para professor temporário SEDUC – Ce – 2008;
3. Concurso para assistente ministerial Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará – 2007;
4. Concurso técnico administrativo Companhia Docas do Ceará – 2007;
5. Seleção para professor substituto SEDAS Fortaleza/ Ce – 2007;
6. Seleção para professor temporário do TAM da SEDUC - Ceará – 2004;
7. Concurso técnico administrativo júnior - ECT – 2002;
8. Concurso para professor efetivo da Prefeitura Municipal de Fortaleza - 2000;
9. Seleção para técnico administrativo IBGE – Senso – 1997;
10. Concurso para auxiliar judiciário - Tribunal de Justiça – CE – 1997;


9. FORMAÇÃO GERAL
    1. Fundamental – Colégio Adventista/Rosa Gattorno/7 de Setembro
    2. Médio – 7 de Setembro
    3. Médio Técnico – Contabilidade – Colégio Carlos de Carvalho
    4. Técnico em Informática – Várias Instituições
    5. SUPERIOR – AGRONOMIA/UFC (1º SEMESTRE)
    6. SUPERIOR - CIÊNCIAS CONTÁBEIS/UNIFOR (1º SEMESTRE)
    7. SUPERIOR – HISTÓRIA – LICENCIATURA PLENA – UECE (COMPLETO)
    8. SUPERIOR HISTÓRIA – BACHARELADO/UFC (ÚLTIMO SEMESTRE)
    9. SUPERIOR CIÊNCIAS SOCIAS – BACHARELADO/UFC (7º SEMESTRE)
    10. SUPERIOR DIREITO – BACHARELADO/ULBRA (CURSANDO 4º SEMESTRE)
    11. 11 PÓS-GRADUAÇÃO/UGF – Extensão - Metodologia do Ensino Superior
    12. PÓS-GRADUAÇÃO/UGF – Extensão/Especialização - Magistratura e MP do Trabalho – Civil e Processual Civil
    13. PÓS-GRADUAÇÃO/Facinter/Uninter - Especialização - Metodologia do Ensino Superior
    14. PÓS- GRADUAÇÃO – Escola de Gestores – Gestão Escolar
    15. PÓS-GRADUAÇÃO – Psicopedagogia Clínica e Institucional
    16. PÓS-GRADUAÇÃO – MBA – Gestão de Recursos Humanos
10. FORMAÇÃO ESPECÍFICA
10.1 ENSINO MÉDIO TÉCNICO – CONTABILIDADE
- Economia e Mercado
- Direito e Legislação
- O.T.C
- Contabilidade Geral
- Contabilidade de Custo
- Mecanografia
- Processamento de dados
- Matemática Financeira

10.2 FORMAÇÃO EM INFORMÁTICA
1. Curso de Informática Aplicada – Via de Acesso – Cooperativa dos profissionais de Educação do Ceará) 2003 a 2005 – 120 hs;
2. Manutenção de Computadores – Via de Acesso – 2003 – 60 hs;
3 Data Center/ SW Informática/ Lab. Info. UFC – Introdução a Informática, DOS,Fácil, Lótus 123, Dbase III- plus, Windows, Word, Excel, Power Point, Acsess, Corel Draw, Internet, Digitação.
4 TICS – Curso de Tecnologias Informacionais e Comunicacionas - NTE 5ª URE - STM

10.3. SUPERIOR – AGRONOMIA/UFC
- Zoologia
- Química
- Física I
- Álgebra Linear e Geometria Analítica
- Cálculo I
10.4 SUPERIOR - CIÊNCIAS CONTÁBEIS/UNIFOR
- Intr. à Administração
- Intr. à Economia
- Estatística
- Matemática

10.5 SUPERIOR – HISTÓRIA – LICENCIATURA PLENA – UECE
- Intr. a Universidade e ao Curso
- Intr. ao Estudo da História
- Intr. a Sociologia
- Intr. a Ciência Política
- Intr. a Economia Política
- Intr. a Filosofia
- Antropologia Cultural
- Antropologia Física
- História das Idéias Políticas e Sociais
- Teorias da História
- Filosofia da História
- História Antiga I
- História Antiga II
- História Medieval
- História Moderna
- História Contemporânea I
- História Contemporânea II
- História da Arte
- Historiografia Brasileira
- Cultural Brasileira
- Etnografia do Brasil
- Etnologia do Brasil
- História do Brasil I
- História do Brasil II
- História do Brasil III
- História Brasil IV
- História da América I
- História da América II
- História do Ceará I
- História do Ceará II
- Prática de Ensino I em História
- Prática de Ensino II em História
- Metodologia do Trabalho Científico
- Metodologia da Pesquisa Histórica
- Prática da Pesquisa Histórica
- Ginástica Masculina
SUPERIOR - HISTÓRIA – BACHARELADO/UFC
- História e Linguagens I – Perspectivas e Abordagens
- História e Linguagens II – O museu e o Ensino de História
- História do Desenvolvimento Pol. Econ. E Social do Nordeste
- Teorias da História II
- Teoria e Metodologia da História I
- Economia Brasileira
- Formação Econômica do Brasil
- Seminário de Leitura – História Oral
- História da América II
- Pesquisa I
- Pesquisa II
- Monografia I
- III Jornada Acadêmica do Curso de História – Metodologia da História Oral em Debate: desafios e perspectivas. ULBRA

10.6. SUPERIOR – CIÊNCIAS SOCIAS UFC/UECE
CIÊNCIAS SOCIAIS - SOCIOLOGIA
- Intr. a Sociologia
- Intr. a Filosofia
- Patrimônio Cultural e Ambiental
- Cultural Brasileira
- Etnografia do Brasil
- Etnologia do Brasil
- Geografia Humana e Econômica
- Estatística Aplicada às Ciências Sociais
- Pensamento Social Brasileiro
- Computação Aplicada
- Teoria Sociológica – Clássica
- Teoria Sociológica - Contemporânea
- Teoria e Prática Social
CIÊNCIAS SOCIAS – ANTROPOLOGIA
- Etnologia do Brasil
- Cultural Brasileira
- Antropologia Cultural
- Antropologia Física
- Antropologia da Religião
- Sistemas Simbólicos
- Tópico Esp. em Antropologia I
- Tópico Esp. em Antropologia II
- Tópico Esp. em Antropologia IV
- Tópico Esp. em Antropologia V
- Teoria Antropológica – Clássica
- Teoria Antropológica – Contemporânea
- História das Idéias Políticas e Sociais
- Seminário e minicurso “Povos indígenas do Ceará” – UECE - 2005
- Seminário de cultura indígena – UFC 20044. Minicurso: “Povos indígenas do Nordeste: entre acontecimentos e narrativas” – ANPUH – 2003 40 hs;
CIÊNCIAS SOCIAIS – CIÊNCIA POLÍTICA/ECONOMIA
- Introdução á Economia
- Intr. á Ciência Política
- Intr. á Economia Política
- Economia Brasileira
- Formação Econômica do Brasil
- História das Idéias Políticas e Sociais
- Teoria Política – Clássica
- Teoria Política – Contemporânea = Ciência Política III
- Reforma Política: Novos caminhos para a governabilidade – Pró-reitoria de extensão UFC – 2006 – 120 hs;
- Gestão Democrática e Protagonismo Cidadão – (UFC – Fundação Demócrito Rocha – Extensão) – 2005 – 120 hs;9.
10.7. LETRAS – LÍNGUA PORTUGUESA E ESTRANGEIRAS
- Produção Textual I
- Inglês Instrumental
- Francês Instrumental I
- Latim I
- Grego I – Língua e Cultural
- Literatura Brasileira IV – Da Geração a Contemporaneidade
- Lógica
- Curso de Língua Portuguesa – Extensão – Casa de Cultura – UFC – 2006 a 2007 - 240 hs;
- Curso de Inglês – Centro de Línguas Estrangeira do CEFET/ Ce – 2001 a 2003
- Curso de Inglês – Escola Learn- 2002 – 2 semestres – 200 hs
- Curso de Italiano – Casa de Cultura – UFC/ Ce – 1994 – 4 semestres
- Espanhol preparatório para o vestibular – 2 semestres – Colégio 7 de Setembro;
- V Seminário de Letras – Minicurso: O cinema vai à escola – Oficina: Jornal e Revista – análise de textos e manchetes – 2005 – 45 hs;
- Encontro Interdisciplinar de Estudos Literários - A narrativa e a construção dos personagens – Pós-graduação em Letra UFC/Ce – 2003 -40 hs;
- Seminário de Arte e Educação – Redescobrindo a Arte Popular Cearense

10.9 FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA, PSICOLOGIA SOCIAL E PSICANÁLISE
0. Intr. a Filosofia
1. Psicologia Evolutiva I (infância)– CH – UECE - ouvinte
2. Psicologia Evolutiva II (adolescência) – História – UECE
3. Psicologia da Aprendizagem – História – UECE
3. Antropologia Cultural – História – UECE
4. Antropologia Física – História – UECE
5. História das Ideais Políticas e Sociais – História – UECE
6. Cultura Brasileira – História – UECE
7. Seminário em Leitura – História Oral – Teoria da Comunicação – Análise do Discurso - História – UFC
8. Antropologia da Religião – Ciências Sociais – UFC
9. Sistemas Simbólicos – Ciências Sociais – UFC
10. Lógica I – Ciências Sociais – UFC
11. Psicologia Social – Ciências Sociais – UFC - ouvinte
12. Psicologia Comunitária – Ciências Sociais – UFC – ouvinte
13. Pensamento Social Brasileiro – Ciências Sociais – UFC
14. Teoria e prática social – Ciências Sociais – UFC
15. Teoria Antropológica – Clássica e Contemporânea – Ciências Sociais - UFC
16. Teoria Sociológica – Clássica e Contemporânea – Ciências Sociais - UFC
17. Teoria Política – Clássica e Contemporânea – Ciências Sociais - UFC
18. Grupo de estudo em Psicanálise – Professor Cristian – UFC
19. Comportamento Humano – Psicanálise – ULBRA
20 . Teorias Psicopedagógicas: Behaviorismo, Cognitivismo, Humanismo, e Teoria Sócio-Cultural – Gama Filho
21. Teorias cognitivas: Comportamentalismo, Cognitivismo Social, Construtivismo Psicogenético, Sociointeracionismo, Construtivismo, Instrução, Por descobertas, Significativa, Da afetividade, Inteligências Multiplas.
21. Oralidade, textualidade e transformações do imaginário social – UFC
22. O imaginário popular- UFC – 2003 – 40 hs.
23. Estatística Aplicada às Ciências Sociais

10.10 PEDAGOGIA – METODOLOGIA
- Didática Geral
- Psicologia Evolutiva I
- Psicologia Evolutiva II
- Psicologia da Aprendizagem
- Estrutura e Funcionamento de Ensino Fundamental e Médio
- Teorias Psicopedagógicas: Behaviorismo, Cognitivismo, Humanismo, e Teoria Sócio-Cultural – Gama Filho
- Teorias cognitivas: Comportamentalismo, Cognitivismo Social, Construtivismo Psicogenético, Sociointeracionismo, Construtivismo, Instrução, Por descobertas, Significativa, Da afetividade, Inteligências Multiplas.
- Curso de formação e capacitação para professores do PROJOVEM – 2005 a 2008;
- Formação continuada para professores - EJA – Centro Regional de Desenvolvimento de Educação do Ceará- 2005 a 2006 – 120 hs;
- Formação continuada para professores - EJA – SESI – 2006;
- Formação continuada para professores - TAM/TAF – Centro Regional de Desenvolvimento de Educação do Ceará - núcleo Olavo Bilac- 2005;
- Palestras e minicursos – -Núcleo temático de discussões “Repensando a Universidade: cotas, práticas docentes, interdisciplinaridades... – UFC – 2002 a 2006;
- Fórum de Educação de Jovens e Adultos – EJA – Redescobrindo o Prazer de Ensinar – 2005 – 16 hs;
- Metodologia do Ensino Superior – Extensão – FGF – 2002 e 2003 – 60 hs;
- Esp. Metodologia do Ensino Superior - Facinter - Uninter

10.9 SUPERIOR – DIREITO/ ULBRA
- Sociedade e Contemporaneidade
- Comunicação e Expressão
- Direito Administrativo I
- Direito Administrativo II
- Direito Penal I
- Direito Penal II
- Direito Eleitoral I
- Direito Constitucional I
- Direito Constitucional II
- Direito do Trabalho I
- Direito Civil III
- Direito Civil IV
- Direito Civil V
- Direito Processual Penal I
- Direito Processual Penal II
- Comportamento Humano
- Processo Negocial (Arbitragem)
- Curso de Formação de Juíz Arbitral – Superior Tribunal de Justiça Arbitral/ Ce.
- Curso de Atualização em Direito – Complexo Jurídico Damásio de Jesus.
- CURSO MP DO TRABALHO - Complexo Jurídico Damásio de Jesus
- I Encontro de Direito de Família de Santarém e Baixo Amazonas – IBDFAM
- Fundamentos em Direito Tributário - ULBRA10.
- Seminário Eleitoral 2010 – TRE
- III Encontro de Direito de Família de Santarém e Baixo Amazonas – ULBRA 20101

10.9 SUPERIOR – GESTÃO PÚBLICA/ UFOPA 2018

CFI- 1
- SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO
- ESTUDOS INTEGRATIVOS DA AMAZÔNIA
- ORIGEM E EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO
- LÓGICA, LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO
- SEMINÁRIOS INTEGRADORES
- INTERAÇÃO NA BASE REAL
- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
- SABER LOCAL E DIVERSIDADE CULTURAL
- ECONOMIA POLÍTICA

CFI- 2
- FORMAÇÃO SOCIAL, POLÍTICA E ECONÔMICA DO BRASIL
- INTRODUÇÃO À ARQUEOLOGIA
- INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DO DIREITO
- MÉTODOS, INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
- SEMIÓTICA E LÍNGUA PORTUGUESA
- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
- INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA

Outras
- TEORIA ANTROPOLÓGICA III
- FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO
- TEORIA DA CONSTITUIÇÃO
- DIREITOS HUMANOS
- DIREITO AGRÁRIO
- HERMENÊUTICA E INTERPRETAÇÃO DO DIREITOS
- ANTROPOLOGIA JURÍDICA
- TEORIA DOE ESTADO
- SOCIOLOGIA JURÍDICA
- PSICOLOGIA JURÍDICA

11. OUTRAS FORMAÇÕES
1. Matemática Comercial – SENAC – 2002 – 80 hs;
2. Curso de Química Básica – SEARA da Ciência UFC/ Ceará – 2005 – 30 hs;
3. Curso Básico em Eletrônica – TVTECH – 2002 – 48 hs





quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Minhas Frases


Jah é o Eteno!

Bjo no seu coração!

Com cerveja!

Nem a pau juvenal!

Há meu Jesus! livrai me desta cruz!

Há meu Jesus Cristo crucificado, livrai me deste pecado!

"Por que pimenta no cu dos outros é hipoglos, mas não é pacu frito, é pacu assado!"

Quem não tem gata, sai com cachorra!

Mais vale um piriquito na mão que dois voando!

Quando eu digo, eu digo, quando eu não digo, eu não digo!

Minha oração em hebraic. - התפילה שלי בעברית


Minha oração em hebraico

Liberta minha mente, minha boca e meu coração de todo mal senhor!

Limpa e guarda meu espírito, dá paz e harmonia a minha alma, dá harmonia e equilibrio a minha mente, dá equilibrio, força e vigor físico ao meu corpo para que possa resistir ao mundo!

Me protege de toda madaldade, malgnidade e inveja de meus inimigos, me protege daqueles que brincam de ser minha consciência, e principlamente, do que brincam de ser tua consciência.

Perdoa meus pecados, me faz para de jogar com a mentira, me faz andar no caminho da verdade, que o senhor seja o centro do meu mundo e do meu universo, que o Senhor seja a luz que me guia de noite e de dia, para que eu possa ser prospero e mais que vencedor em minha vida!

Amém!


התפילה שלי בעברית

שחררו את דעתי, את הפה ואת הלב מכל לורד רע!

נקה ושמור על רוחי, תן שלום והרמוניה לנשמתי, תן הרמוניה ואיזון למוחי, תן איזון, כוח ומרץ פיזי לגוף שלי כדי שיוכל לעמוד בפני העולם!

הוא מגן עלי מכל הטירוף שלי, מתת-תזונה וקנאה של אויבי, מגן עלי מפני אלה שמשחקים כדי להיות המצפון שלי, ובעיקר, ממה שהם משחקים כדי להיות המצפון שלך.

סלח לי על החטאים שלי, תן לי להפסיק לשחק עם שקרים, לגרום לי ללכת בדרך האמת, אתה יכול להיות מרכז העולם שלי ואת היקום שלי, יהוה יהיה האור שמנחה אותי לילה ויום, כך שאני יכול להיות משגשג יותר מאשר זוכה בחיי!

אמן!


hţpylh şly bʻbryţ

şẖrrw ʼţ dʻţy, ʼţ hph wʼţ hlb mkl lwrd rʻ!

nqh wşmwr ʻl rwẖy, ţn şlwm whrmwnyh lnşmţy, ţn hrmwnyh wʼyzwn lmwẖy, ţn ʼyzwn, kwẖ wmrẕ pyzy lgwp şly kdy şywkl lʻmwd bpny hʻwlm!

hwʼ mgn ʻly mkl htyrwp şly, mţţ-ţzwnh wqnʼh şl ʼwyby, mgn ʻly mpny ʼlh şmşẖqym kdy lhywţ hmẕpwn şly, wbʻyqr, mmh şhm mşẖqym kdy lhywţ hmẕpwn şlk.

slẖ ly ʻl hẖtʼym şly, ţn ly lhpsyq lşẖq ʻm şqrym, lgrwm ly llkţ bdrk hʼmţ, ʼţh ykwl lhywţ mrkz hʻwlm şly wʼţ hyqwm şly, yhwh yhyh hʼwr şmnẖh ʼwţy lylh wywm, kk şʼny ykwl lhywţ mşgşg ywţr mʼşr zwkh bẖyy!

ʼmn!


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

RESUMO A AMAZÔNIA NO SÉCULO 21 - NOVAS FORMAS DE DESENVOLVIMENTO Violeta Loureiro



A AMAZÔNIA NO SÉCULO 21: NOVAS FORMAS DE DESENVOLVIMENTO  
Violeta Loureiro  

Resumo a partir das questões formuladas!  

O texto de Loureiro nos permite pensar em outra forma de desenvolvimento alternativo para a amazônia brasileira, em relação à via hegemônica, sob qual os habitantes e a natureza da região não sejam tão explorados, a natureza seja melhor conservada e os conflitos sociais sejam reduzidos e ou minimizados como resposta às analises a viabilidade de se construir uma vida mais justa e digna para todos habitantes, a partir de parâmetros de desenvolvimento diferentes e melhores, e por isso alternativos em relação aos parâmetros definidos e impostos pelo modelo hegemônico em vigor, no mundo ocidental, que se tem mostrado indiferente aos incontáveis desacertos e males que a devastação da floresta desencadeou em países e nas regiões periféricas à Amazônia Brasileira. Não se trata pois de negar a existência de uma globalização em curso no mundo e seus impactos, principalmente no “desenvolvimento”, mas de acreditar que apesar dela, e paralelamente a ela, é possível desenvolver mudanças positivas e muito significativas em favor da região e de seus povos, desde que haja uma mobilização das muitas forças internas e recursos de que a Amazônia dispõe, mas não são bem geridos.

O atual modelo de “desenvolvimento” “passou a ser concebido como o modelo exemplar de desenvolvimento a que todas as sociedades ocidentais passaram a aspirar e os governos a perseguir. A identificação de progresso com desenvolvimento material se refletia e impregnava todos os ângulos da vida social moderna. A nova forma de produzir exigia total liberdade de mercado, processos produtivos globalizados, “flexibilidade de trabalho” e outros meios que tornavam a economia dos países instável e o trabalho das pessoas raro e volátil.” Padrões de consumo crescentes de bens cada vez mais sofisticados convertia-se em aspirações irrenunciáveis e em valores equivalentes de cidadania e de justiça social, que foram negados, principalmente às comunidades tradicionais.” 

Se esse padrão de desenvolvimento e consumo tornou-se a aspiração idealizada dos países periféricos, paradoxalmente, ele foi se tornando não apenas pouco recomendável como também irreprodutível e inaceitável no mundo atual. A impossibilidade desses de reproduzirem a façanha dos países hegemônicos se deve a várias razões: a acumulação dos países centrais processou-se com base no antigo sistema colonial, na escravidão, nas guerras de conquista e na exploração dos países periféricos e esse processo histórico não pode ser refeito pelos países periféricos nos dias atuais; em segundo lugar, porque o modelo de desenvolvimento adotado tem gerado mais exclusão que igualdade social, e isso vem se tornando intolerável por parte dos menos favorecidos e dos excluídos sociais; em terceiro lugar, porque os recursos naturais do planeta tornaram-se insuficientes para garantir aos países periféricos o mesmo nível de consumo de que gozam os países centrais; em quarto lugar, porém não menos importante, porque o progresso material e a elevação dos padrões de consumo processaram-se em descompasso com o desenvolvimento moral, intelectual e humano das sociedades ocidentais, o que produziu um profundo e visível hiato entre os primeiros e os últimos. Esse descompasso vem gerando incontáveis consequências perversas e danosas para um número significativo de pessoas.

“Tornou-se impositivo e urgente, portanto, buscar uma nova concepção de desenvolvimento, alternativo (no dizer de Boaventura de Souza Santos), em relação à via hegemônica e aplicável, pelo menos, aos países e regiões periféricas como a amazônica.” Diversas experiências de desenvolvimento propostas para a Amazônia faliram em sua missão de desenvolver a região e se tornaram excludentes comprometendo ou destruindo a rica multiculturalidade da Amazônia, levando à homogeneização cada vez maior das sociedades, dissolvendo num todo comum as particularidades e especificidades dos grupos sociais, que por consequência perderam seus direitos; se tornaram concentradores de renda, geradores de poucos empregos, espalham miséria em torno dos grandes empreendimentos onde se implantara e provocaram enormes danos ambientais e culturais.   A autora propões que além das propostas já existentes, é preciso também criar e desenvolver outras iniciativas alternativas. Estas devem ser tomadas como alternativas porque deverão norteadas por paradigmas mais solidários e distributivos e porque devem ter suas bases fincadas em formas próprias e mesmo inovadoras de organização da produção. Devem ser, além disso, socialmente mais integradoras que as convencionais e mais harmonizadas com a natureza.  Ela nos coloca ainda que “as formas de organização da produção convencionais prevalecentes, nas quais o governo brasileiro tem apostado como vias para o desenvolvimento da região, foram estabelecidas sob os princípios que regem os mercados mundiais, nos quais a Amazônia se insere de forma subordinada e em permanente desvantagem, apesar de sua biodiversidade ímpar.” Depois de experiências fracassadas num passado mais distante, o modelo amazônico de desenvolvimento estava ancorado em empreendimentos que produziam bens semielaborados (como ferro, alumínio, óleos de dendê e palma) e matérias-primas (como gado e soja), destinados à exportação. Apesar de gerar poucos empregos, já que as cadeias produtivas não se completavam para produzir bens finais; de desalojar populações naturais e tradicionais; de consumir enormes quantidades de energia (inclusive com produção de carvão oriundo da queima da floresta nativa); de exaurir a natureza e colocá-la em permanente perigo, aquele modelo de produção, baseado nas duas classes de produtos referidas – semielaborados e matérias-primas –, vinha e ainda é apoiado por políticas públicas continuadas, que reproduzem com poucas alterações o secular modelo agroexportador. 

Pelos males que carrega consigo, trata-se de desenvolvimento degenerativo, posto que quanto mais avança e se aprofunda, maiores danos provoca.  A autora destaca quatro pontos importantes para a compreensão da Amazônia hoje: (1) alguns dos fundamentos epistemológicos pouco visíveis nos quais o modelo de desenvolvimento vigente na Amazônia se ancora; (2) a transformação da Amazônia numa nova fronteira – uma fronteira de commodities, aberta para o mundo; (3) as contradições do Estado brasileiro face à situação atual da Amazônia – que, ultrapassando a condição de questão regional, converte-se cada vez mais rapidamente numa questão nacional e mesmo internacional; e (4) as novas possibilidades alternativas de desenvolvimento da Amazônia.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

“O que pensar dessas experiências? Elas são modestas na sua maioria, mas geram emprego e renda. São capazes de incluir socialmente as pessoas e elevarem a autoestima dos que nelas se envolvem; agregam pessoas que saem das margens da sociedade e se engajam ativamente na reprodução da vida social. No entanto, são também experiências que, se de um lado apontam caminhos, de outro exibem suas próprias fragilidades. Em geral, elas carecem de domínio tecnológico, de capital e de conhecimento do mercado. Muitas delas, talvez a maioria, não podem dispensar o apoio do Estado e de segmentos mais estruturados da sociedade, como universidades e empresas, sob pena de sucumbirem; a exemplo do que ocorre com empreendimentos convencionais, para os quais os sistemas econômico e político têm voltado seu apoio, sempre.”  A autora destacas várias experiências que se mostram mais produtivas social e culturalmente, relativas aos empreendimentos em pequenos lotes agrícolas, em sistemas agroflorestais, de turismo ecológico, pesca e inúmeras outras em curso na Amazônia brasileira, desenvolvidas por grupos de pessoas, associações, cooperativas, apoiadas por ONGs nacionais e estrangeiras, fundações, universidades, centros de pesquisa, associações ligadas a igrejas, etc.,   “O mais importante é que através de uma economia popular e solidária, impulsionada de dentro para fora e de “baixo para cima” – considerando o pequeno volume de capital que mobiliza –, pode-se contribuir para a melhoria da qualidade de vida de amplos segmentos das populações locais.” 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Estrutura e Função na Sociedade Primitiva Introdução Resumo



Radcliffe-Brow foi um Antropólogo Estrutural-Funcionalista, entre seus inúmeros trabalhos como A organização social das tribos australianas; Sistemas africanos de parentesco e casamento; Estrutura e função na sociedade primitiva. Este último tomamos como fonte de estudo. O funcionalismo mudou a tendência das teorias evolucionistas, partindo do princípio de que cada sociedade deve ser analisada em si mesma como um todo integrado de relações e costumes.

No capítulo de introdução ele separou alguns itens para abordagem. O primeiro deles foi:
Historia e Teoria. Segundo o autor, há uma grande diferença entre estas duas matérias, ele nos diz que a história como de modo geral é entendida, é o estudo dos registros e monumentos com o fito de proporcionar conhecimento sobre as condições e fatos do passado, inclusive as investigações relacionadas com o passado mais recente.
Ele aponta que é evidente que ao longo da história houve pesquisas idiográficas. Lembra a polêmica sobre trabalhos históricos de haver aceitação de considerações teóricas ou lidar apenas com generalizações da história. A história para ele é diferente das ciências sociais, neste caso ele vai falar da antropologia, e dentro da antropologia destaca-se o objeto de trabalho dele, que é a etnografia, ele vai dizer que a etnografia difere da história pelo fato de que o etnógrafo adquire conhecimento, ou pelo menos parte fundamental dele, a partir da observação ou contatos diretos com o povo sobre o qual escreve, e não, como o historiador, a partir de registros escritos, A arqueologia pré-histórica, que é outro ramo da antropologia, é um estudo nitidamente idiográfico, cujo escopo é o de nos proporcionar conhecimento factual sobre o passado pré-histórico.
O segundo item foi Processo Social, este processo é a unidade da investigação, é a vida social de alguma região determinada da terra, durante certo período de tempo. O processo em si mesmo, consiste numa enorme multidão de ações e interações de seres humanos, agindo como indivíduos em combinação ou grupos. Em meio à diversidade dos fatos particulares existem regularidades que possibilitam demonstrar e descrever certos aspectos gerais da vida social e de uma região escolhida. Ele diz que o levantamento dos aspectos gerais significativos do processo de vida constitui descrição do que ele chama de "forma de vida social". A forma de vida social de certo conjunto de seres humanos pode permanecer aproximadamente a mesma por dado período. Mas durante determinado tempo sofre ela transformações ou modificações. Por essa razão, embora possamos considerar os fatos da vida social como constitutivos de um processo, há além disso, processo de mudança na forma de vida social. Contudo os processos de ações e interações entre os grupos e indivíduos podem mudar em determinado período de tempo.
Outro item é a Cultura. Radcliffe-Brow define cultura como processo do meio pelo qual uma pessoa adquire conhecimento, especialidade, ideias, crenças, gostos e sentimentos, mediante contato com outras pessoas, ou pelo trato com outras coisas, tais como livros e obras de arte.
O quarto item é o Sistema Social, este é entendido que em dadas sociedades as relações, interações e ações das pessoas nascem dos sistemas de parentesco e casamento. Outras sociedades possuem outras ou as mesmas relações sociais que nascem dos mesmos e mais de outros pontos de partida. O que Radcliffe-Brow mostra é que "todos os aspectos da vida social estão unificados num todo coerente".
Ele fala da Estática e da Dinâmica. Baseado nas Ideias de Auguste Comte, ele diz que estática são as condições de existência das sociedades, sistemas sociais. Formas de vida social são questão da estática social. A dinâmica social ocupa-se em estabelecer generalizações sobre como os sistemas se transformam, ou seja, como os processos social se transformam.
Evolução Social. Este item ele faz uma crítica a Hebert Spencer um evolucionista. Fala dos dois ramos do evolucionismo aplicado à Antropologia que consiste nas ideias monogenista e poligenista. Radcliffe-Brow aceita provisoriamente a teroria fundamental de Spencer, embora rejeite as diversas "pseudo-especulações" que ele acrescentou, e essa aceitação proporciona certos conceitos que podem ser úteis como instrumentos de análise.
Da Adaptação. Segundo Radcliffe-Brow seguindo seu conceito de cultura, ele diz que uma cultura tem sua vida social; e vida social e adaptação social, implicam em um ajustamento da conduta dos organismos individuais às exigências do processo pelo qual a vida social continua. Ele identifica três aspectos de adaptação social: o primeiro é o ecológico, ou seja, ao ambiente físico da natureza; em segundo a adaptação social, onde fala das disposições institucionais, e onde a vida social se mantém; e em terceiro lugar é a adaptação cultural, onde o indivíduo adquire hábitos e características mentais.
O penúltimo item e um dos mais importantes é o da Estrutura Social. Radcliffe-Brow diz que os componentes ou unidades da estrutura social são pessoas, e uma pessoa é um ser humano considerado não como um organismo, mas como ocupando uma posição dentro da estrutura social. Ele fala que nações, tribos, clãs, igrejas e outras instituições continuam a existir como ajustamento das pessoas, embora o conjunto das pessoas, as unidades de que cada uma instituição se compõe, mudem vez por outra. Da mesma forma ele dá o exemplo que a estrutura política dos Estados Unidos deve haver um presidente, por certo tempo é um e outro tempo é outro, mas a estrutura permanece contínua como um ajustamento. As relaçoes sociais, das quais a rede contínua constitui a estrutura social, não são conjunções acidentais de indivíduos, mas são determinadas pelo processo social.
Radcliffe-Brow fala das instituições como as normas de conduta estabelecidas de determinada forma de vida social. Instituição é uma norma estabelecida de conduta reconhecida como tal por um grupo social ou classe identificáveis; a norma lhes serve, pois, de instituição. As instituições designam um tipo ou classe discernível de relações ou interações sociais.
O autor menciona a palavra "organização" e ressalta que não deve-se tratar o conceito de estrutura social como sinônimos. Defini estrutura social como um ajustamento de pessoas em relações controladas ou definidas institucionalmente, como a relação de rei e súdito, ou de marido e mulher, e empregar “organização” como designando um ajustamento de atividades. No seio de uma organização cada pessoa tem uma função. Podemos, pois dizer que quando estamos tratando de um sistema estrutural estamos interessados num sistema de posições sociais, ao passo que numa organização tratamos de um sistema de funções.

Por fim o último item, a Função Social. Radcliffe-Brow para chegar ao conceito de função social usa várias analogias, assim como ao longo de todo seu trabalho. Ele diz que um organismo complexo possui uma estrutura, e estas estruturas são órgãos e esses órgãos possuem suas funções. A função por sua vez pode ser empregada para designar a interconexão entre a estrutura social e o processo de vida social. Em três conceitos o autor simplifica tudo: processo, estrutura e função. Os três conceitos estão logicamente interligados, visto que "função" é usada para designar as relações de processo e estrutura.


REFERÊNCIA:

RADCLIFFE-BROWN, Alfred R. Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. Rio de Janeiro: Vozes, 1973. Introdução.







Viagem x Viajem: DESAMBIGUAÇÃO





Para efeito "alucinanti" de desambiguação!

A) VIAGEM - substantivo feminino, substantivo de viajar!

B) VIAJEM - lombra, "alucinação" boa!

VIAGEM - substantivo feminino, substantivo de viajar!
1.
o ato de partir de um lugar para outro, relativamente distante, e o resultado desse ato.
"chegou o dia da v."
2.
o deslocamento que se faz para se chegar de um local a outro relativamente distante; percurso.
"dormi durante a v."

VIAJEM
substantivo feminino
  1. 1.
    ato ou efeito de viajar 
    alucinadamente fora da realidade material,
  2. alucinar(-se); 

  3. 2. sonho lúcido, viagem astral, também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea, viagem extrafísica, viagem espiritual, desdobramento espiritual etc.é percebida quando seu espírito “se separa” de seu corpo, o que geralmente ocorre durante o sono.É diferente de sonhar, sendo uma experiência tangível e muito mais palpável do que simplesmente uma imagem emergente em sua mente durante o sono REM.

  4. 3.  PSICOPATOLOGIA
  5. perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Fórmula Secreta de minha Avó Zilda para minhas competições em Fortaleza (Olimpídas do 7 de Setembro)


Esses ai são os componentes de minha fórmula secreta de minha Avó Zilda para minhas competições em Fortaleza (Olimpíadas do 7 de Setembro); Basquete, Fortal, Surf etc.








Preparo:
1) Bata a levedura de cerveja com o café e o xarope de guarná no liquidificador. Importante não coloque o Citrus, pode derramar. Por úlitmo acrescente a Coca-cola de vagar!

OBS. A levedura só entrou nessa fórmula por causa de minha tia-prima Virgínia Bentes Pinto!

Te amo Vó!