sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mentes Perigosas


MENTES PERIGOSAS – DRA. ANA BEATRIZ SILVA

Quando pensamos em psicopatas, logo nos vem em mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderí­amos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equí­voco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muití­ssimo bem. "Mentes Perigosas" discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí­, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou ní­vel social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamarí­amos de "pessoas do bem". Eles podem arruinar empresas e famí­lias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, "inteligentes" e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefí­cio próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, lí­deres natos da maldade. Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.
Bem resumidamente a gradação que a Dra. Ana Beatriz usa no seu livro de: leve, moderado e severo, tem haver com o nível de requinte das jogadas dos psicopatas para pegarem suas vítimas e realizarem os seus desejos. Serve para medir o nível de perversidade deles.

O psicopata é um jogador nato, tudo para ele é um jogo, a vida é um jogo, amizade, a família, o amor é um jogo, suas mulheres são como prêmios que eles ficam exibindo para dizerem que ele é quem é o vitorioso e que merecessem o prêmio "máximo", meros troféus, como se fosse um bibelô, uma bonequinha, como a Barbie.

Psicopata não sabe o que a felicidade, ele confundo com prazer, alegria excitação, principalmente com prazer. Saem para curtir e se divertir, para se exibirem, e lógico se divertir a custa dos outros, mas por dentro são pessoas frias, sem sentimentos, e sem sentimento não tem felicidade.

Os psicopatas não acreditam em Deus, até Deus para eles é um jogo.

Deve ser por isso que os banqueiros e empresários capitalistas têm o hábito de dizer: que a vida é um jogo, as vezes se perde, as vezes se ganha.

Se quiserem entender melhor isto assistam as novelas da Globo.

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