terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pedido de Retirada do Relatório Psico-social do meu PAD - Processo da 5ª URE - Com Erros do Prontuario do Caps

Começando o desmonte e o desentranhamento do pseudo relatório psicosocial do processo da 5ª Ure, sem que eu tivesse a copia do meu processo, e nem muito menos da inicial, sem que eu tivesse ciencia do que eu estava sendo acusado, sem saber quais eram as motivações que me tiraram do São Felipe e me tiraram do Estado, sem terem consciência exato do qual era o meu quadro...

ARGUMENTAÇÃO PARA O PEDIDO DE ANULAÇÃO DO RELATÓRIO

A questão fundamental aqui é a seguinte: Quem avaliou, analisou e concluiu que os vínculos e as relações da minha família nucelar, aqui em Santarém, eram normais?! Onde está o Laudo?!

Vamos, passo a passo, agora dentro do  processo, no relatorio:

- Visita ao Centro de Atenção Psicosocial - CAPS II. Quem fez esta visita?! Onde está o documento que comprova a visita?!

"Numa segunda visita ao CAPS estabelecemos um diálogo com o psiquiatra do centro (Quem?!) que nos informou da gravidade da situação  e a necessidade de tratamento medicamentoso e acompanhamento familiar. Argumentação falaciosa, pois tomei e tomo até hoje toda a medicação prescrita. A família acompanhava o "tratamento", desde antes de chegarmos ao CAPS. A minha única intenção de leva-las ao CAPS, era de por a termo, registrar, tudo o que elas diziam, pois as mesmas mentiam copiosamente e eu já estava cansado a única forma de ter prova disto era com um prontuario. Até a data da entra do CAPS foram registradas mais de 500 mentiras da família. Quem precisa de tratamento agora?!

" - Atendimento a família. (Quando e onde?!) - nesta abordagem psicosocial foi realizado o atendimento da Srª Gleicy Diane Santos da Costas, irmã do servidor acima citado, relatou a história de vida da família (como ela pode ter relatado algo sobre mim, se até a vinda para Santarém eu não convivia com minha família nuclear?!) (Qual foi o parecer dela sobre ela mesma e a família?!) explicitando a dificuldade de relacionamento com o servidor e a fragilidade de vínculos familiares (que dificuldade? se eu a levei comigo, na primeira ida ao CAPS. Observe-se que o CAPS se situa na Tv. Dom amando, a quatro quarteirões da minha casa. Quais eram as dificuldades de relacionamento com a relatora, testemunha, antes do caso do CAPS?!) Observe-se que já havíamos ido antes, três vezes ao Dr. Luciano por indicação do Dr. Ruy Guilherme, ambos psicólogos, eu minha mãe, minhas irmãs Gleicy e Glenda, e ainda havíamos idos eu e minha mãe, por minha orientação, ao Dr. Samuel Gueiros, que depois descobri que já atendia minha família.) com todos os membros da família. (Por que a assistente Edileusa não redigiu o texto conforme eu havia orientado: FAMÍLIA NUCLEAR: Mãe, irmãs: Gláucia, Gleicy e Glenda, a outra irmã de criação, Marcela, mora em Manaus e pelo o que eu saiba nunca voltou à STM. Por que?!, e tios Gorete e Domingos. Com o restante da família, que mora em STM, convivo até hoje. No diálogo a irmã informou que seu irmão não aceita o tratamento (Que tratamento?! Qual era e qual é o meu quadro?! Por que o mesmo não está diagnosticado em meu prontuario?!), não frequenta o CAPS e vê os familiares como portadores de algum transtorno. (Como se pode subtrair do próprio prontuario tomei toda a medicação prescrita e tomo até hoje a medicação prescrita pela Dra. Gisele, que me tirou do CAPS. Quem analisou e avaliou minha família como não-portadora de transtornos?! Todas as vezes que fui ao CAPS pegar medicação, fui só e sem o a companhamento de nenhuma de minhas irmãs ou outro familiar.)

Questão inicial da análise do relatório: As "atendentes" Não viram que está escrito na cabeça do meu prontuario: CASO NÃO CAPS?! Como pode-se ver no prontuário no final do arquivo.



"vem expondo a vida familiar e pessoal através da distribuição de seu prontuario dos atendimentos realizados no CAPS, como também, através do blog ojr bentes". (Como assim expondo minha família?! Seo prontuario é "meu"! Se o prontuario serviu como peça no processo, onde ficou o princípio da PUBLICIDADE?! O processo PAD, foi totalmente irregular. Eu não tive direito nem a viste, quanto mais a uma cópia da inicial!)

"- Atendimento ao servidor (Onde e quando oficialmente?!) - nesta abordagem "psicosocial" foi realizado o atendimento do servidor... para realizar a escuta qualificada e conhecer a história de vida do mesmo. (Como assim?! Minha irmã já havia prestado as informações necessarias?! (Observe-se que na abordagem dessa escuta,as atendentes afirmaram que não se tratava de um oitiva, eu deixei claro que nunca tinha visto o processo e não sabia nem do que estava sendo acusado. Perguntei às sua de aquela oitiva iria gerar alguma documentação e as mesma afirmaram taxativamente que não! Onde ficou a ética?! Logo era lógico que não iria falar sobre minha vida. Afinal de contas ela queriam saber da realidade e da veracidade dos fato ou colher mais subsídios?!) Durante o diálogo o servidor não quis falar sobre si mesmo..."

"enfatizando que não precisava de ajuda." (Ajuda para que?! Qual era o meu quadro?!)

" Sobre o relacionamento com a família, informou que não tem e não quer ter" (onde está escrito não quer ter, entenda-se por: não pode ter)
"disponibilidade do atendimento à família pela médica do CAPS." (Este "atendimento a família foi realizado com quantos membros da FAMÍLIA NUCLEAR?! (Fica bem explícito aqui que a intenção era provar que eu era que estava causando transtorno à família e não a família a mim. Observe-se que fiquei afastado da família durante 6 meses morando na Rod. Snatrém-Cuiaba, para que minha sobrinha completasse 14 anos e pudesse ser acareado com ela, sob orientação da delegada Márcia, quando minha irmã me denunciou. Não entendi o porquê, depois de cinco minutos de conversa o problema virou do bate-boca com minha mãe para o "problema" da minha sobrinha.!?)

Essa é a mais ridícula do relatório!
"Também foi realizado diálogo com a Srª Maria Raimunda Santos da Costa, genitora do servidor que reside em Belém, na qual expressou a dificuldade de relacionamento com o filho, pontuando a aversão que o mesmo tem por ela." (Como dificuldade de relacionamento, se não havia relacionamento nenhum?! Aversão a que aspecto da personalidade e caráter de minha mãe?! Por que isto não ficou explícito?! Minha mẽ é uma mentirosa compulsiva e convicta, aliás isto não é um problema psicológico somente dela nesta cidade. Me parece que isto é um problema próprio do caráter do santareno, que é adjetivado por todos os outros habitantes das cidades circunvizinhas como sendo uma pessoa prosa, que conta vantajem em tudo, mentes descaradamente, sempre aumenta o que é e o que tem. Isto é um fato!)

"Relata preocupação com a saúde do filho (Que saúde mental ou física?!)

"e a necessidade de tratamento e acompanhamento familiar, para tanto disse que iria contatar o pai o Srº Onestaldo..." (Como assim?! Se a família estava me "acompanhando" em tudo desde o começo do problema: quando levei minha mãe ao Dr. Samuel Gueiros, psiquiatra, depois da acusação no MP de ter estuprado minha sobrinha, minha mãe minha irmã e espero que minha sobrinha também foram atendidos pelo psicólogo Vilson, depois fui com meu pai ao Dr. Ruy Guilherme, o mesmo pagou três consultas, a primeira eu fui com ele para explicar o problema da minha sobrinha, a segunda eu fui sozinho e pedi orientação a ele, que segui ao pé da letra, inclusive medicamentosa, com ginko e valeriana, além de ter de me afastar da minha família, a terceira consulta está marcada até hoje, para que quando minha sobrinha completasse 14 anos ela pudesse ir para a sessão comigo e meu pai. Por que essa sessão nunca aconteceu até hoje?! Depois do Dr. Ruy Guilherme e sobe orientação do mesmo, procurei o Dr. Luciano, psicologia integrativa, onde fomos a três sessões conjuntas com minha mãe, minhas irmãs Gleicy e Glenda. Então como minha família precisava me acompanhar no "tratamento" se a mesma está acompanhando e acompanha tudo até hoje?!)


 
"expressa ideias incongruentes com a realidade." (Que realidade, a local, santarena, a regional, a nacional ou a mundial?! Como pode-se subtrair de minhas postagens na internet, sou uma pessoa do meu tempo e do meu mundo, o mundo dos humanos, vivo dentro de todos os padrões que são estabelecidos como normais, para toda a humanidade. A população santarena é que vive completamente alienada da realidade do país e do mundo!)
"O servidor não possui uma autoconsciência do seu estado de saúde (Eu não possuo autoconsciencia de mim mesmo ou elas estavam brincado de ser minha consciência - GOD COMPLEX!. Que saúde física ou mental?! Se for física, estou muito bem, estou a 3 anos sem tomar antibióticos, tenho uma vida e uma alimentação muito saudável, muito melhor até do que a saúde destas pessoas que estava brincando de ser a minha consciência e a consciência do meu Deus. Pratico atividades sociais e esportivas desde minha adolescência e o melhor é que conseguir reverter muito do meu quadro que foi construído artificialmente pelos efeitos colaterias do HALDOL. O único quadro que ainda não consegui reverte foi o da atrofia muscular)

"não percebe que há necessidade de um acompanhamento psiquiátrico"(Como assim?! se desde que sai do CAPS, com a orientação da Drª Gisele, continuo sendo acompanhado por ela.)  

"para situações que vem apresentando tanto no ambiente familiar quanto no trabalho." (A maior coincidência desse jogo é a jogadas de minha família e da 5ªURE são as mesmas, assim como foram todas as outras, como as do São Felipe, sendo desta a última da Jéssica, ridícula, da Funcap e por último do Ouvidoria da UFOPA. Afinal de contas elas estavam preocupadas com minha saúde mental e física ou elas queriam me enquadrar a qualquer custo no quadro que elas achavam que tinham criado?!)

"Assim, o servidor não adere ao tratamento e não toma a medicação prescrita que se faz necessária para "melhorar" seu quadro clínico" (Vou frisar de novo que tratamento, para que quadro?! E ao contrario do que elas dizem tomei e tomo até hoje toda a medicação prescrita!)

"No ambiente de trabalho o servidor expressa ideias repetitivas sobre temas como: psicopatia, histeria coletiva, pedofilia e mulheres santarenas." (estes temas estavam no ar e na mídia)



Só para refrescar a memoria:
A SELVAGEM DE SANTARÉM

A MENOR DO AMAZONAS

TAINÁ UMA AVENTURA NA AMAZÔNIA - A infância e adolescência e a mentalidade da "guerreira" amazonas.

TAINÁ A AVENTURA CONTINUA

TAINÁ 3 - A ORIGEM

IRACEMA UMA TRANSA AMAZÔNICA - 1976

Quem estava falando mal das santarenas mesmo?!

"pode-se relatar diversas ocorrências pontuadas por alguns servidores (Que servidores?!) comportamento alterado (Alterado em que sentido?!), não concorda coma a fala dos demais (Que falas?!), relata fatos que não tem nada a ver com o trabalho (Que fatos?!), permanece no computador o tempo todo baixando vídeos sobre temas polêmicos, (A maioria desse material foi transformado em DVD, que foram entregues ao diretor da 5ª Ure e a funcionários que se interessaram, como; Gestão Escolar, Coordenação Escolar, PPP, PDE, PDDE, FNDE, Conselho Escolar, Gestão Participatica, Tabuada e Matematização, Leitura e Leituramento, EAD, Psicopatia, Psicopatia Feminina, Psicopatia Coletiva, Bulling, Direito Constitucional, direito Administrativo e Processual Administrativo, Direito do Trabalho e Processual do Trabalho, Leis especificas sobre funcionários públicos como a 8.111 e vários os conteúdos que diziam respeito à realidade que estávamos vivendo.) ofende as mulheres santarenas, (Como?!), faz com que as pessoas se sintam constrangidas (É a mesma jogada usada até hoje, como mais recentemente o caso da funcionária Jéssica do São Felipe e da aluna Luísa da UFOPA, a lógica era inverter tudo. Não era a URE e a sociedade santarena que estava me causando transtorno e sim eu. Eu tenho documentos para provar o contrário, incluindo este, que cinicamente me foi dito que a minha oitiva era só uma "conversar informal" e que não geraria documento algum!) ouve os vídeos com o som alto e se aborrece quando solicitado a baixar, (essa é uma das mais ridículas, principalmente por que no horaŕio de expidiente dos funcionários eu ouvia os vídeos com o fone de ouvido, fato que chegou ao extremo no NTE, dificuldade de relacionamento no ambiente de trabalho, (é bem fácil de perceber que é a mesma tentativa de enquadramento do CAPS, é mesma justificativa da Escola São Felipe e a mesma jogada usada na FUNCAP, erá a jogada do "chato" do Veron, que tinha problemas de relacionamento interpessoal. O problema é que as pessoas nem me conheciam direito e repetiam am mesma coisa. E isso não era histeria coletiva!?)

Agora vamos para os parágrafos mais aberrantes! 

"Observa-se que existe uma quebra de vínculos  familiares que necessitam ser resgatados, uma vez que esta fragilidade não permite que haja o acompanhamento familiar para a situação apresentada". (Que vínculos?! se eu nem vivia com minha família nuclear, nem na infância, nem na adolescência, o máximo que passei com minha família, foi meio ano em Óbidos, depois fui para Manaus morar com minha avó e tia, e depois me mudei com elas para Fortaleza. Outra, quem disse que minha família possuía vínculos afetivos saudáveis, quem analisou, quem diagnosticou?! E outra minha família sempre acompanhou e acompanha até hoje tudo! Qual é estavam querendo me fazer de idiota!? Foi o que o Dr. Heitor disse para minha mãe: "ele podia estar "louco" surtado, mas não é uma analfabeto!" Por que nunca me foi dada uma cópia do processe e nem da inicial?!)

 * "Evidenciamos a necessidade de estrutura de apoio como acompanhamento familiar" (minha família sempre acompanhou e acompanha tudo) "e do CAPS para avaliação e tratamento" (primeiro que fui retirado do CAPS pela Dra. Gisele e nunca parei o tratamento com ela para reverter os efeitos colaterais do Haldol e minha ansiedade), "para avaliação e tratamento" (durante este tempo todo, exposto, incluindo o tempo que fiquei indo, sozinho, ao CAPS, qual foi o diagnóstico do meu quadro, por que este diagnóstico não está no meu prontuario?!) "para que o servidor possa passar pela perícia médica" perícia para que, para que quadro?! e se necessário afastar-se do trabalho para acompanhamento médico" (Eu já fiquei de afastamento preventivo durante 6 meses, me afastando inclusive de minha família, quando fui morar na BR 163, rodovia Santarém Cuiabá e já fui 4 vezes ao Dr. Heitor, que não concluiu nada. Ou será que estavam tentado construir um outro PRONTUÁRIO, para de novo eu não ter o direito de me defender e ter que ser representado por outras pessoas?! O problema é que agora dei publicidade ao meu processo, que constitui crime, pois é um principio da Administração Pública, que foi negado no meu caso. Agora as pessoas sabem o que estava acontecendo nos bastidores, e todos querem tirar o corpo fora! Pois responda por que fiquei este tempo todo com carga horaia reduzida perdendo minhas gratificações e principalmente: POR QUE ME TIRARAM DO ESTADO, durante três meses, sem processo algum?! Fato que é anterior a minha ida ao CAPS!)













1 - Minha idade nasci em 1973, portanto tinha 36 e não 37
Data do prontuário: 22/12/1973 - 28/03/1973 = 36
2 - Se eu fui encaminhado pelo Dr. Luciano, como eu fui "levado" ao CAPS!? na camisa de força?! NÃO fui andando com minhas irmãs, o CAPS fica a 4 quarteirôes da minha casa na Tv. Dom Amando. E isso que já havia ido 2 vezes ao Dr Ruy Guilherme(psicólogo) e duas vezes ao Dr. Samuel (psiquiátra). Minha mãe usou esta mesma argumentação com o Dr. Samul; a de que ela havia melevado. Outra, minha mãe disse que nunca tinha ido ao psiquiátra, quando ela já era paciente do Dr. Samuel e meu sobrinho Marcelo também. Nestas consultas o Dr. Saumuel mandou primeiro eu mesmo analisar minha mãe, resultado ela passou a usar os apelidos que usava com meu pai, é Freud! segundo mandou eu cuidar e namorar com minha sobrinha, por que será, heim?!
3 - Minhas irmãs disseram que eu estava tendo alucinações auditivas e visuais, auditivas tudo bem, interessante é que elas sabiam exatamente o que havia falado "sozinho" no quintal de casa no outro dia, hora vejamos, se havia receptor, havia comunicação, logo não estava falando sozinho, minhas irmãs tem a audição histérica. Audições visuais, como assim?! Elas viram o que vi?! Elas entraram dentro de mim!? Ou elas estavam colando a jogada que estava no ar na televisão?!
4 - Que eu era, ou estava agressivo. Todos meus amigos sabem que sou pacífico, desde que ninguém ameaçe minha integridade física e moral.


Se eu já tinha passado por tantos médicos, fui várias vezes aos Dr Samuel, Luciano e Ruy Guilherme, sozinho, como não estava aceitando o tratamento?! que tratamento?!

5- "devido o mesmo ser apaixonado por sua sobrinha" todos meus amigos de Fortaleza sabem que a última paixão da minha vida foi a Lisandra. Vamos supor que eu estivesse mesmo apaixonado por minha sobrinha, se a afastaram de mim, eu estaria triste ou alegre, deprimido ou eufórico?!

E a minha família é o que!? eu apaixonado pela Glícia afastaram-na de mim, eu com dores no meu, eu achava até que era problema cardíaco, ou será que me envenenaram?! Pior ela esta grávida!



6 - "já passou em vários concurso, mas não se fixa em lugar nenhum" essa construção, com certeza é da minha mãe, formulada quando ela foi analisar meu currículo, o interessante foi que depois da consulta com o Dr. Samuel minha mãe, de uma hora para a outra, passou a se interessar pela minha vida pregressa. Mas para este caso tenho uma exemplo: passei em segundo lugar para fiscal do CREA,mas teria que ir para Oriximiná, e por consequência trabalhar em Óbidos. Analisei e escolhi ficar aqui mesmo em Santarém. Em Fortaleza, fui passando em colocação melhores nas seleções para professor do estado e fui abandonando as escolas para dar preferência para as mais próximas da minha casa, comecei a dar aulas em Caucai, lá deixei meu brother, Cazuza, HIstória e minha tia Adeilde, religião. Engraçado que o jogo é bem aprecido. As minhas últimas colocações eram 1º lugar, melhor nota do Ceará inteiro para professor do ensino fundamental de História, 7º Lugar para o o médio e 9º para o EJA.



7 - "atualmente desempregado" eu estava afastado por processo administrativo, processo este que nunca fui ouvido até hoje.

8 - "paciente acompanhado por duas irmãs: Gláucia e Glenda. Errado Gleice e Glenda como esta no começo do prontuário.

9 - "fala intelectualizada e desconexa com a realidade descrita pelas irmãs". Realmente não quero ter mais nenhuma conexão com a "realidade" em que minhas irmãs vivem. O resto, faz me rir, seu eu não sou um intelectual orgânico, militante cristão socialista eu não sei mesmo quem sou.

10 - idade de minha sobrinha 12 anos, errado 13 anos e meio como esta no boletim dela. Será que elas queriam colar a jogada do Michael Jackson que estava no ar?!

11 - "paciente delirante e eufórico", realmente para este quadro não iria me submeter a tratamento nenhum, e olhe que tomei, mesmo a contra gosto todas as medicações, e como então não estava aceitando o tratamento!? que tratamento?!



12 -  “fala que em sua última consulta teria aceito o tratamento apenas para fazer suas irmãs até estes CAPS. Fez apenas uma vez o requerido medicamento prescrito pelo médico.”



Grifo da Dra. Gisele: “Paciente resistente ao tratamento. Não aceita ter nenhum transtorno...”




Como eu não queria fazer o tratamento?! É realmente não queria me submeter ao tratamento que queriam me impor. Mesmo por que estava fazendo tratamento para ansiedade desde do Dr. Ruy Guliherme, estava tomando Valeriena com castanha da Índia, já fazia este tratamento desde de Fortaleza, que inclui ainda Ginko. Não, eu não queria ter nenhum tratamento, eu não queria era o tratamento prescrito, mas mesmo assim tomei toda medicação, fato que foi observado pela Dra. Gisele. Como estava resistente se já tinha ido ao Dr. Luciano 3 vezes com minhas irmãs, consultas que foram pagas por minhas irmãs e minha mãe, e várias outras vezes sem que elas soubessem, tinha ido duas vezes ao Dr. Ruy Guilherme, que prescreveu a Valeriana e me orientou a sair de casa, o que tinha sido acorda na delegacia da mulher, para meus sobrinhos voltarem para casa de Óbidos, o que não foi cumprido, sai de casa passei 6 meses morando de aluguel, em frente a uma guarnição da polícia e estava indo periodicamente a delegacia central da polícia civil onde prestava informações sobre o caso ao delegado Tiago. No primeiro dia que vou visitar a casa da minha mãe, os vizinhos me saíram com uma de que eu estava me escondendo, foi um estória, jogada de minha família para fazer as pessoas acreditarem que eu estava paranóico e poderia surtar, e me tornar agressivo, e bater em alguém de minha família. Como assim!? Enfrente a uma delegacia de polícia?! A qual me apresentei e deixei minha tabuadinha para ser usada nos projetos da polícia. Essa da agressividade me certifiquei quando dei um empurrão em meu sobrinho Patrick, no outro dia aprecem na frente da porta da minha casa minha irmã Glenda, meu pai e meu cunhado bombeiro, Marcelo, meu pai tenta entrar na minha casa e tenta me esganar.. Vale ressaltar que meu pai pagou 3 sessões com o Dr. Ruy, e ficou, e ainda esta falando uma com minha sobrinha, pois o que elas alegavam era que eu tinha causado transtornos para minha sobrinha, como assim?! Ela morando em Óbidos?! Pois quando ela estava aqui ela vivia feliz, fato facilmente comprovável pelo o boletim dela. Havia ido ainda 2 vezes ao psiquiatra, Dr. Samuel que acompanhou o caso por muito tempo, foi ele quem aumentou a dosagem de diazepam, melhorando os tremores e e fando dormir melhor, passei a dormir 3 hs por noite, e ainda mudou o horário de Cinetol, e que me alertou de que esse medicamento viciava, o mesmo foi trocado pela Dra. Gisele pelo Mantidan, que melhorou enormemente os efeitos colaterais do Haldol.





13 -  “Continua c/ delírio místico sem crítica” Isto se devia ao meu trabalho de pesquisa sobre bruxas, psicopatas ninfomaníacas, mulheres manipuladoras e dominadoras. Se eu estava delirando, o que as mulheres Santarenas são?! Bruxas, mentirosa, cínicas, dissimulada manipuladoras de menores. Histéricas, paranóicas e ninfomaníacas, com traços latentes de socioapatia. O bom é que isso esta em um monte de filmes.



Acho que a Dra Gisele não sabe como foi o processo de ocupação urbana de Santarém, isso aqui era só terreiro de pajelança e de macumba.

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