quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bipolares do Bem - Bipolares do Mal


As BIPOLARES DO MAL se comportam PSICOPATOPLASTICAMENETE como psicopatas!
Dizem elas que é por uma questão de sobrevivência, será mesmo!?
Será que não é só por PODER!?




A primeira ideia é que os bipolares que tendem para o polo maníaco acabam descambando para o mal e os que tendem para o polo depressivo sse tornam mais ajustados e portanto do bem.

Os bipolares maníacos tendem para a sociopatia.
Os bipolares depressivos dificilmente chegam a causar algum mal a outra pessoa, só em casos muito extremos. 

Transtorno Bipolar

Fases do Transtorno Bipolar

Existe a crença de que o transtorno bipolar envolva apenas períodos de extrema alegria, seguidos por muita tristeza, porém, a verdade é que os episódios dentro do espectro podem apresentar características não tão simples de identificar:

Mania

A euforia (ou mania) é uma das fases do Transtorno Bipolar e caracteriza-se por um estado de exaltação do humor, com aumento de energia, sem qualquer relação com o momento que o indivíduo está vivendo. Nesse período do transtorno bipolar, o paciente não está deprimido e nem alegre por um motivo especial, mas apresenta humor eufórico, irritável ou mesmo jocoso ou arrogante. Mania de grandeza também é muito comum. Em geral, a mudança do comportamento na euforia é súbita, mas o indivíduo não percebe a sua alteração ou a atribui a algum fator do momento. O senso crítico e a capacidade de avaliação objetiva das situações ficam prejudicados ou ausentes, com explosões de raiva e fúria.

Hipomania

Uma outra fase que uma pessoa bipolar pode experimentar é a chamada hipomania, que seria um estado de mania mais leve e que traz menos prejuízo. Geralmente, a hipomania acarreta em um funcionamento acelerado, porém produtivo para o paciente. Muitos não identificam que estão em fase hipomaníaca, nivelando esse período como a fase eutímica. Esse ponto é importantíssimo, pois muitos pacientes, quando estão entrando em hipomania (podendo evoluir para a mania ou não) são resistentes quanto a manter o tratamento e muitas vezes param com a medicação, o que se torna um grande problema para estabilizar o transtorno.

Depressão

As fases de depressão dentro do transtorno bipolar também são consideradas um subtipo de depressão. Existe a depressão bipolar tipo 1, que é intercalada com episódios de mania, e a tipo 2, na qual os episódios fora da depressão tem uma euforia um pouco menos intensa. Os sintomas apresentados na fase de depressão são os mesmos de um episódio depressivo: humor deprimido, falta de energia, falta de iniciativa e vontade, falta de prazer, alteração do sono, alteração do apetite, lentidão do pensamento, lentidão motora. Já nas fases de euforia, o paciente pode apresentar sintomas como: agitação, ocupação com diversas atividades, obsessão com determinados assuntos, aumento de impulsividade, aumento de energia, desatenção e hiperatividade. A pessoa com esse quadro geralmente acha que está bem e saudável.

Paranoia e Delírios Persecutórios


Paranóia é um termo utilizado por especialistas em saúde metal para descrever desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou injustificada. A palavra é freqüentemente utilizada na conversação cotidiana, em geral em momentos de rancor e de forma incorreta. Simples desconfiança não é paranóia - especialmente se fundamentada em experiência passada ou em expectativas baseadas na experiência alheia.
A paranóia pode ser discreta e a pessoa afetada ser razoavelmente bem ajustada socialmente ou pode ser tão grave que o indivíduo se tora incapacitado. Às vezes o diagnóstico é difícil, já que muitos distúrbios psiquiátricos são acompanhados de alguma característica paranóide. As paranóias podem ser classificadas em três categorias principais: distúrbio paranóide de personalidade, distúrbio delirante paranóide e esquizofrenia paranóide. 
 
Delírios persecutórios se caracterizam por uma crença do sujeito de estar sendo vítima de perseguição, conspiração. O sujeito acredita e possui explicações coerentes para o fato de que há alguém conspirando para seu mal. Definição – DSM IV-TR Segundo o DSM-IV, o delírio é persecutório quando seu tema central envolve a crença de que o sujeito é objeto de uma conspiração, podendo estar relacionada com fraude, espionagem, perseguição, envenenamento, calúnia, assédio ou obstrução nos seus objetivos a longo prazo. Para sustentar o delírio, o sujeito pode transformar pequenos acontecimentos foco do delírio, de maneira exagerada. Há um enfoque, frequentemente, em uma injustiça que, por vezes, pode ser remediada através de uma ação judicial. Os sujeitos com delírios persecutórios podem ter muito ressentimento e raiva, possivelmente recorrendo à violência contra aqueles que, para eles, os prejudicam.
 
Contribuições da Psicanálise Segundo Freud, as formas principais de paranoia masculina expressam a fantasia de desejo sexual, que seria o cerne do conflito paranoico – sendo a contradição principal encontrada na expressão “eu (um homem) o amo (outro homem)”. No caso do delírio persecutório, a contradição se encontra no “eu amo”, que se transforma em “eu odeio”. Pode, ainda, sofrer outras transformações, tais como “ele me odeia e me persegue, o que me dá o direito de odiá-lo”. A partir disso (“eu amo” se transforma em “eu odeio”), o delírio se sustenta por meio do mecanismo da projeção: os sentimentos passam a ser percebidos externamente e de maneira oposta – o sujeito acha que o outro o odeia. Dessa forma, o sujeito encontra maneiras de reprimir o desejo homossexual através de mecanismos de defesa que possibilitem uma transformação de afeto – amor do interior por ódio do exterior. É possível verificar a construção de um delírio persecutório no caso Schreber, de Freud. Schreber apresentava um delírio, no qual se transformaria mulher, por milagre divino, para redimir o mundo e lhe devolver a bem-aventurança perdida. Após sua segunda crise, ele passou a se sentir prejudicado e perseguido por algumas pessoas, em especial seu médico, a quem chamava “assassino de almas”. Segundo Freud, o delírio primário de Schreber de transformação em mulher pode ser considerado, primeiramente, como perseguição e, de modo secundário, como missão redentora. Dessa forma, a mania persecutória sexual - centrada primeiramente na figura do médico e, depois, em Deus - transformou-se em uma mania religiosa de grandeza. O delírio persecutório envolvia o médico, pois Schreber acreditava em uma conspiração para que ele se transformasse em mulher – o que, mais tarde, seria exigido por Deus. “Nos delírios persecutórios, diz Freud, a pessoa à qual é atribuída tão grande poder e influência, para qual convergem todos os elos de conspiração, é sempre aquela mesma que teve igual importância para a vida sentimental do doente antes da enfermidade” (CROMBERG, 2002). Dessa forma, o médico e Deus exercem um papel central no delírio de Schreber. Freud interpreta que o motivo da enfermidade de Schreber seria a fantasia de desejo feminino que tinha como objeto o médico. Ao substituí-lo por Deus, o conflito é, de certa forma, solucionado, já que havia uma missão divina por trás de sua transformação em mulher, reprimindo o desejo homossexual. 

Tipos de Transtorno Bipolar

Transtorno Bipolar I (Bipolares do Mal) definido por episódios maníacos que duram pelo menos 7 dias, ou por sintomas maníacos que são tão graves que a pessoa precisa de cuidados hospitalares imediatos. Geralmente, episódios depressivos ocorrem também, tipicamente durando pelo menos 2 semanas. Episódios de depressão com características mistas (com depressão e sintomas maníacos ao mesmo tempo) também são possíveis.

Transtorno Bipolar II (Bipolares do Bem)definido por um padrão de episódios depressivos e episódios hipomaníacos, mas não os episódios maníacos desenvolvidos acima. Pacientes nunca apresentaram episódios maníacos completos. Em vez disso, elas apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Esses episódios se alternam com episódios de depressão.

Desordem ciclotímica (também chamada ciclotimia)definida por numerosos períodos de sintomas hipomaníacos, bem como inúmeros períodos de sintomas depressivos de pelo menos 2 anos (1 ano em crianças e adolescentes). No entanto, os sintomas não atendem aos requisitos diagnósticos para um episódio hipomaníaco e um episódio depressivo.

Outros Transtornos Bipolares e Relacionados Especificados e Não Especificadosdefinidos por sintomas de transtorno bipolar que não correspondem às três categorias listadas acima.

Causas

A causa exata do transtorno bipolar ainda é desconhecida, mas a ciência acredita que diversos fatores possam estar envolvidos nas oscilações de humor provocadas pela doença, como:

Peculiaridades biológicas

Pessoas com transtorno bipolar parecem apresentar diferenças físicas em seus cérebros, o que pode levar os cientistas a descobrirem as causas exatas da doença.

Neurotransmissores

Um desequilíbrio entre os neurotransmissores parece ser um importante fator nas causas do transtorno bipolar.

Hormônios

Desequilíbrio hormonal também está entre as possíveis causas.

Hereditariedade

Pessoas que tenham parentes com histórico de transtorno bipolar são mais suscetíveis à doença, o que leva muitos cientistas a acreditarem que a genética possa estar envolvida nas causas da doença.

Meio ambiente/Cultura

Fatores exógenos como o ambiente cultural, abuso familiar, abuso sexual, estresse, e outras experiências traumáticas (como a morte de algum ente querido), também podem estar relacionadas ao desenvolvimento do transtorno bipolar.

Fatores de risco

Alguns fatores podem contribuir para o desenvolvimento de transtorno bipolar. Confira:
  • Histórico familiar da doença
  • Estresse intenso
  • Uso e abuso de drogas recreativas e/ou álcool
  • Mudanças de vida e experiências traumáticas
  • Ter entre 15 e 25 anos.
BIPOLARES DO MAL X PSICOPATAS (Sociopatas)


MALÉVOLA A BIPOLAR DO MAL PERFEITA

Arquétipos em Malévola




NARRATIVA DO FILME

É bem sobre o que atualmente esta sendo narrado nas novelas e seriados do país: MALDIÇÃO e ESTIGMATIZAÇÃO. Coincidência, né!?
Vai dizer que vc ainda acredita em papai-noel!?
Análise da nova Malévola:
Jogada bem típica de uma psicopatas: no final chega como a salvadora da pátria, de um problema que ela mesmo causou. Afinal foi ela mesmo quem criou o feitiço, ou seria melhor entendermos com uma jogada, para se vingar do "amor da vida" dela,o rei? Essa jogada de matar o rei, parece coisa de neo-feminista que vai "salvar" o mundo dos machistas, para depois dominá-lo. Coisa de megaloma!
É a narrativa bem típica da criação de mais uma sociopata para o jogo social. Como já disse antes: faz a menina acreditar no amor perfeito e ideal, faz ela se apaixonar, separa de quem ela ama, frustrando e destruindo seus sonhos, a traumatiza, com uma ferida que nunca cicatriza. Faz ela ficar com ódio do cara, depois dos homens e por fim de toda a humanidade.
E aliás a trama é bem um jogo entre humanos e não humanos pelo poder, típico! No fim a "princesinha", donzela, isto é se ainda o lobisomem (lobo mau, cachorro) ou o vampiro (dragão), como queira, não a comeu enquanto estava dormindo, melhor dizendo, dopada, drogada e prostituída pelo sistema.
Findando com a saída com o estilo da estória chapeuzinho vermelho, o lobo mau fica com a coroa, ou seria o caçador, tanto faz, os caçadores são "lobos" das florestas! depois de ter tirado a virgindade da donzela. Ou vc não entendeu que o corvo, também jogava pelo poder!? Ele ainda faz um "cena" de chantagem antes de entrar no castelo. Tudo é um jogo! Falando em corvo, lembrei do filho do Bruce Lee, que morreu durante as gravações de O Corvo. E Bruce Lee rima com Kung Fu, que rima com dragão chinês! Plim-plim!
Essa jogada de comer a coroa para depois comer a molequinha é bem típica aqui na minha região (Amazônia).

No fim a princesinha se torna rainha do mundo real ou somente do mundo do faz de conta!?

Para continuar a ler acesse o link:  Analise do último filme da Malévola - Será que a saída, cura, para a sociopatia seria o enquadramento com transtorno bipolar!? - Redefinindo estigmas, estereótipos e arquétipos nos contos de fada!


Bipolares do mal, tipo II

Geralmente se comportam como psicopatas de grau leve, por acharem que suas condutas são normais para os humanos no jogo social por dinheiro e poder. Bipolares do Mal assim como psicopatas leves se dedicam a trapacear, aplicar golpes e pequenos roubos, e provavelmente nunca “sujarão as mãos de sangue” nem matarão suas vítimas, apesar de bipolares do mal chegarem a esse extremo. Tomam decisões levando em consideração como podem se beneficiar com suas jogadas. As finalidades sempre são as mesmas: diversão, prazer, autossatisfação, dinheiro, status e PODER!
Os bipolares do mal possuem inteligência que varia de média a baixa. São mentirosos compulsivos, não se importam com o sentimento e o sofrimento, por que sempre usam a máxima de que “os fins justificam os meios”. O BIPOLAR LEVE-MENTE PSICOPATA tem gozo em causar discórdia entre os seus semelhantes, auto-vitimizam-se, são, aparentemente, extremamente conversadores, mentem com frequência.
Do ponto de vista de suas histórias de vida na infância, esses indivíduos quase sempre têm traumas significantes que podem ser considerados agravantes dos seus quadros. De forma geral, tiveram uma educação aparentemente normal.

Os Bipolares do Mal assim como Sociopatas são normalmente mais emocionalmente instáveis e altamente impulsivos – seu comportamento tende a ser mais irregular do que o de psicopatas. Quando cometem crimes – violentos ou não violentos – os sociopatas atuarão com muito mais compulsão. E eles não terão paciência, deixando mais pistas pela impulsividade e falta de planejamento.

Psicopata de grau leve ou comunitário.

A maioria dos psicopatas corresponde aos de grau leve, por isso, geralmente não satisfazem totalmente todos os critérios do DSM do transtorno de personalidade antissocial, por isso é muito difícil diferenciá-los. Eles são os psicopatas mais comuns, tendem a exibir poucos critérios e são aqueles que dificilmente matam; entretanto, são os mais difíceis de serem diagnosticados porque tendem a passar despercebidos no ambiente social, caracterizando o “psicopata comunitário”. Geralmente, possuem inteligência média, mas são frios, racionais, mentirosos, não se importam com os sentimentos alheios e são os psicopatas ditos dissimulados: escondem tais características de forma que pouquíssimas pessoas consigam perceber, são muito manipuladores. Muitas vezes estão ao lado de todos e ninguém consegue perceber isto. Eles podem ser desde um falso colega oportunista que vive se fazendo de vítima, até trapaceiros, parasitas sociais, políticos, empresários e religiosos. Esse psicopata raramente vai para a cadeia, mas quando esses indivíduos – por algum motivo ilícito – vão para a prisão, são tidos como presos “exemplares” pelo seu bom comportamento: são muito bem vistos, comportados, não arranjam confusões e dissimulam uma aparência de inocentes coitadinhos, a ponto que outros presos e seguranças não consigam acreditar que aquela pessoa tão calma pôde cometer alguma atrocidade. Exatamente por isso, são os que mais facilmente conseguem enganar a todos, fazendo com que diminuam o tempo de pena na cadeia. Do ponto de vista infantil, esses indivíduos podem ou não ter traumas significantes que possam ter sido considerados agravantes do transtorno mas, de forma geral, tiveram uma educação aparentemente normal. Comumente foram crianças com grande charme superficial, encantavam facilmente adultos pela sua aparência de docilidade, entretanto, já apresentavam traços de frieza, insensibilidade, e intolerância à frustração – que podem ser evidentes em condutas como maltratar coleguinhas, animais, mentir etc. 
 


12 filmes e documentários sobre o transtorno bipolar. In: https://www.psiconlinews.com/2017/07/12-filmes-e-documentarios-sobre-o-transtorno-bipolar.html

8 Filmes que abordam o Transtorno Bipolar. In: https://psicoativo.com/2016/07/filmes-transtorno-bipolar.htmlhttps://psicoativo.com/2016/07/filmes-transtorno-bipolar.html


Escala da Maldade

BIPOLARES DO MAL
1. Pessoas que matam em defesa própria. Cometem algum homicídio apenas para se defender. Cúmplices voluntários de psicoaptas assassinos: Personalidade esquizóide, impulsiva e com traços anti-sociais.

2. Parceiros que matam motivados por ciúmes. Amantes ciumentos que cometeram assassinato, mas que apesar de egocêntricos ou imaturos, não são psicopatas. (Crime passional). Para casos de crimes passionais que acontecem uma só vez.
3. Indivíduos manipulados que matam e instigam outros a matar em seu nome com a justificativa de autodefesa. Pessoas com um forte distúrbio de personalidade limítrofe (Boderlines) que matam com a desculpa de autodefesa baseada em fatos distorcidos

Bipolares do Mal:
4. Pessoas que matam em defesa própria, mas que provocam seu agressor ao limite, por que não admitem perder ou por que a "derrota" pode se converter em um demérito do seu status social. Provocam outra pessoa até serem agredidos e depois as agridem ou matam sob o pretexto de autodefesa.
5. Pessoas traumatizadas e desesperadas que matam para atingirem seus objetivos e desejos, para se fazerem obedecer, mas que depois se arrependem. Pessoa que mata movida por experiências traumáticas de abuso, agressão, estupro etc. Após o crime, sente remorso.
6.
Assassinos que matam em momentos de raiva, por impulso e sem nenhuma ou pouca premeditação. Assassinos impetuosos, mas que não são psicopatas. Matam com violência elevada, mas não possuem nenhum tipo de comportamento psicopata.
7. Pessoas extremamente egoísta, egocêntrica, com traços de narcisismo que matam movidas por ciúmes ou desejo de poder. Indivíduos que criam uma fantasia passional e que geralmente sinalizam que irão surtar. Observação. Psicopata não surta,finge e dissimula.
8. Sujeito não psicopata com raiva reprimida que mata quando atinge um extremo.Tem traços de depressão ou já teve crises depressivas e mata após uma descarga de estresse,


com uma profunda raiva guardada, em acessos de fúria. Este indivíduos geralmente são amantes possessivos/ciumentos com traços já claros de psicopatia. Esses individuos podem ser enquadrados como SOCIOPATAS.
 
AGORA O BICHO PEGA
A partir do nível 9, a crueldade já dá indícios claros de psicopatia recorrente e só vai aumentando

SOCIOPATAS X PSICOPATAS



Uma ferramenta para avaliar o grau de psicopatia



A escala do mal foi criada meticulosamente, atendendo a vários tipos de fatores: ambiental, neurológico e genético. O objetivo era dividir cada caso em pequenas unidades, como se fossem moléculas, para ter a maior precisão possível e determinar a razão pela qual uma pessoa pode cometer algo tão atroz quanto um assassinato.
Na escala do mal, são postas questões que ajudam o profissional a conhecer as particularidades de cada caso. Por exemplo, ele explora se o sujeito teve uma infância traumática, suas motivações para cometer o assassinato, o porquê da preferência por certas vítimas, entre outros.

Analisando a mente e o cérebro do assassino

Além disso, Stonenos permite aprofundar na mente do assassino, examinando como a mente das pessoas que cometem assassinatos funciona, bem como seus sentimentos em relação à vítima com base no grau de maldade em que se encontram na escala do mal.
Às vezes a informação é complementada com exames de varredura cerebral, fazendo com que a pessoa visualize fotografias diferentes e palavras emocionalmente desagradáveis, ou então imagens que evocam sentimentos positivos, como o amor.

Os 22 níveis do maldade humana.

A escala em questão é uma hierarquia que ascende progressivamente do nível 1 ao nível 22, com mínima ou nenhuma malícia (nível 1) ao máximo (nível 22).
Após esta introdução, conheceremos o modelo da escala e seus diferentes níveis.
  • Nível 1: matou exclusivamente em defesa própria, não mostra qualquer tipo de tendência psicopática.
  • Nível 2: crimes passionais cometidos por amantes ciumentos. Eles podem ser imaturos e/ou egocêntricos, mas não são psicopáticos.
  • Nível 3: parceiros ou amantes entusiastas de homicídios perigosos. Eles têm personalidade impulsiva com características antissociais.
  • Nível 4: eles matam em defesa própria, mas causando uma grande agressão.
  • Nível 5: indivíduos psicologicamente traumatizados que estão desesperados e assassinam familiares que os abusaram sexualmente. Aqui pode ser incluído também os dependentes químicos que matam para obter dinheiro ou drogas, mas não possuem características psicopatas significativas. Eles têm algum remorso pelos atos cometidos.
  • Nível 6: agem de forma impulsiva, “quente”. Mas não possuem características psicopatas marcantes.
  • Nível 7: indivíduos altamente narcisistas, não distinguíveis de pessoas com algum tipo de transtorno psicótico. Matam pessoas próximas, principalmente por ciúmes ou paixão.
  • Nível 8: pessoas não-psicopatas, mas com altos níveis de fúria reprimida. Eles matam quando um evento desencadeia sua ira reprimida.
  • Nível 9: amantes ciumentos com características psicopatas.
  • Nível 10: assassinos que mataram pessoas que estavam em seu caminho e podiam lhes prejudicar. Eles têm personalidade egocêntrica, mas não psicopática, claramente distinta.
  • Nível 11: o mesmo que o nível dez, mas desta vez com uma notável personalidade psicopática.
  • Nível 12: psicopatas com ambição de poder que assassinaram quando se sentiram encurralados.
  • Nível 13: psicopatas cheios de fúria que perderam o controle.
  • Nível 14: psicopatas conspiradores, desinteressados e egocêntricos, que querem obter um benefício de alguém.
  • Nível 15: psicopatas multihomicidas em um dia de explosão (Killing Spree). Matam quem cruzar pelo seu caminho a sangue frio.
  • Nível 16: psicopatas que cometem vários atos criminosos. Não se conformam com apenas um assassinato e se viciam nisso.
  • Nível 17: assassinos de série sexualmente perversos e torturadores. Apesar do seu objetivo principal ser o estupro, praticam o homicídio para não serem denunciados pela vítima.
  • Nível 18: assassinos que geralmente torturam suas vítimas antes, embora sua principal motivação seja o assassinato.
  • Nível 19: Psicopatas inclinados ao terrorismo, subjugação, violação e intimidação.
  • Nível 20: torturadores e assassinos psicóticos. A tortura é a principal motivação.
  • Nível 21: psicopatas que estão extremamente interessados, tortura, mas que não sabem com certeza se cometerão o homicídio.
  • Nível 22: torturadores extremos e assassinos psicopatas em que a tortura é a principal motivação. Seus crimes envolvem tortura sexual prolongada, seguido do assassinato de suas vítimas.

Perfil de um psicopata

Finalmente, aqui nós fornecemos o link para vários capítulos do programa “Perfil de um psicopata”, para que você possa ver como diferentes os diferentes tipos de assassinos são classificados na escala do mal. Você também pode assistir o programa atualmente nao canal de televisão Discovery Max.

Sociopata x Psicopata

As pessoas muitas vezes confundem os sociopatas com psicopatas, o que não é surpreendente, já que os dois compartilham características de transtorno de personalidade antissocial. De acordo com o DSM-5, os principais sinais de transtorno de personalidade antissocial são o egocentrismo, falta de empatia, espírito de manipulação, hostilidade e impulsividade (American Psychiatric Association, 2013).

Os sociopatas tendem a ficar nervosos e facilmente agitados. Eles são voláteis e propensos a explosões emocionais, incluindo acessos de raiva. Eles são susceptíveis de ser ignorantes e viver à margem da sociedade, incapazes de manter um emprego estável ou ficar em um lugar por muito tempo. É difícil, mas não impossível para um sociopata formar ligações com os outros. Muitos sociopatas são capazes de formarem vínculos com um indivíduo ou grupo particular, embora eles não tenham nenhuma consideração com a sociedade em geral, ou com as suas regras. Aos olhos dos outros, o sociopata parecerá muito perturbado. Quaisquer crimes cometidos por um sociopata, incluindo assassinato, tenderão a ser casual e espontâneo, em vez de planejado.

Psicopatas, por outro lado, são incapazes de formar ligações emocionais ou sentir empatia real com outros, embora muitas vezes eles tenham personalidades encantadoras. Psicopatas são muito manipuladores e podem facilmente ganhar a confiança das pessoas. Eles aprendem a imitar emoções, apesar de sua incapacidade de realmente senti-las, e vão parecer normais para pessoas inocentes. Psicopatas são muitas vezes bem-educados e mantêm empregos estáveis. Alguns são tão bons em manipulação e mimetismo que têm famílias e outros relacionamentos de longo prazo, sem que aqueles que o rodeiam suspeitem da sua verdadeira natureza. Quando cometem crimes, os psicopatas planejam cuidadosamente cada detalhe com antecedência e muitas vezes têm planos de contingência em vigor. Ao contrário de suas contrapartes sociopatas, criminosos psicopatas são frios, calmos e meticulosos.
Psicopatia é o mais perigoso de todos os transtornos de personalidade anti-social por causa da maneira que os psicopatas dissociam suas emoções das suas ações, independentemente de quão terríveis sejam. Muitos seriais killers prolíficos e notórios, incluindo o falecido Ted Bundy e John Wayne Gacy, e Dennis Rader (“Bind, Torture, Kill” ou BTK) são psicopatas sem remorso. Assassinos psicopatas visualizam suas vítimas inocentes como objetos desumanos a serem abusados para sua diversão.

Apesar dessas semelhanças, no entanto, existem algumas diferenças entre a sociopatia e psicopatia:

1. Os psicopatas não têm uma consciência
Esta é sem dúvida a principal diferença entre psicopatas e sociopatas. Enquanto os sociopatas são capazes de sentir remorso e culpa, traços psicopáticos incluem a falta de empatia e falta de culpa e remorso.
2. Os psicopatas são manipuladores e calculistas
Com seu charme e carisma, psicopatas podem ser extremamente manipuladores e calculistas. Eles são muito bons em manter o controle emocional e físico, de modo a organizar o seu comportamento (criminoso). Sociopatas, por outro lado, são menos organizados e são mais propensos a cometer crimes espontaneamente. Neste sentido, sociopatas são mais “normais” em comparação com psicopatas.
3. Os sociopatas são capazes de formar relacionamentos com os outros
Já que sociopatas são capazes de sentir remorso, eles também são capazes de formar ligações emocionais profundas, como com amigos e familiares. Psicopatas não são capazes de fazer isso por causa de sua falta de empatia.
4. O cérebro de um psicopata é diferente do cérebro de outras pessoas



Curiosamente, o cérebro de um psicopata é diferente do de outras pessoas (Robinson, 2014). Como você pode ver na foto da tomografia do cérebro, o córtex pré-frontal (a parte frontal do cérebro), que é responsável pela tomada de decisão, comportamento social e expressão da personalidade, e a amígdala (pequena área no meio), que é responsável pelas emoções, não se acendem na varredura do cérebro de um psicopata, o que significa que há pouca ou nenhuma atividade nessas regiões.
Isto significa que quando as pessoas “normais” encontram a violência, a frequência cardíaca aumenta e suas mãos começam a suar. Um psicopata tem uma reação oposta em que ele fica mais calmo. Isso ajuda psicopatas a se envolverem em comportamentos de risco, e às vezes criminosos, já que eles não temem consequências.
5. A psicopatia é uma forma mais grave da sociopatia
Em suma, a psicopatia é uma forma muito mais severa da sociopatia. Assim, pode-se dizer que todos os psicopatas são sociopatas, mas sociopatas não são necessariamente psicopatas.


REFERÊNCIAS

Como distinguir um sociopata de um psicopata. In: http://www.psiconlinews.com/2014/10/como-distinguir-um-sociopata-de-um.html

Índice da Maldade – Wikipédia. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_da_Maldade

Introdução ao Transtorno Delirante do tipo Persecutório. In: https://www.ufrgs.br/psicopatologia/wiki/index.php?title=Persecut%C3%B3rios

Mentes perigosas: o psicopata mora ao lado. In: http://draanabeatriz.com.br/portfolio/mentes-perigosas-o-psicopata-mora-ao-lado-intro/

Paranóia. In: https://www.psiquiatriageral.com.br/tema/paranoia.htm

Psicopatas: a escala psiquiátrica que mede 22 níveis de maldade. In:https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-a-diferenca-entre-psicopata-e-sociopata/

Qual a diferença entre psicopata e sociopata? In: http://www.psicologiadirecta.pt/content/qual-diferen%C3%A7a-entre-psicopata-e-sociopata

Transtorno Bipolar - Sintomas, Tratamentos e Causas. In: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-bipolar

Transtorno Bipolar – Tipos, sintomas, diagnóstico e tratamentos. In: https://www.vittude.com/blog/transtorno-bipolar/

5 Diferenças entre Psicopatas e Sociopatas. In: https://www.pensarcontemporaneo.com/1463-2/





Filmes a serem estudados:


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