quarta-feira, 5 de junho de 2019

A Deformação e Distorção da Teoria da Verdade Consensual de Durkhein e Habermas aos governos do PT.





Crítica a Teoria do Consenso e da Ação comunicativa em Habermas.

"Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade, para os idiotas!"


Esse é o grande problema dessa teoria, os risco de que uma mentira repetida mil vezes por aqueles que detêm o poder se torne verdade! Como aconteceu com o governo do PT da Dilma no que eu defini como ESQUEMA PEDAGÓGICO FEMINISTA PETISTA DE PODER!


“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade“, essa frase é de Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista, exercendo severo controle sobre as instituições"



A teoria concebida pelo pensamento do sociólogo Emilé Durkheim afirma que a Teoria do Consenso se concretiza quando todos os membros de uma determinada sociedade estabelecem objetivos a serem seguidos, sendo estes trabalhando o máximo possível, adotando princípios a serem seguidos para que cheguem aos objetivos em prol do bem comum.
A sociedade que adota este tipo de teoria se baseia na estrutura social onde cada um exerce uma função (funcionalismo) sendo estes indivíduos responsáveis para desempenhar as funções que a estrutura social o oferece (estruturalismo).

Princípios da Teoria do Consenso

  1. Toda a sociedade trabalha em prol do bem comum, fazendo com que a sociedade se torne estável.
  2. Toda a sociedade se encontra integrada (integração)
  3. Todas as pessoas da sociedade são responsáveis pela função que lhes é conferida, contribuindo para a manutenção da sociedade onde vive como se fosse um sistema (coordenação funcional)
  4. Toda a estrutura social é baseada no consenso entre seus membros sobre os diversos valores da sociedade.
O bem-estar da sociedade faz parte das estruturas sociais, onde a sociedade tem como um objetivo só a manutenção do sistema - opondo-se ao funcionamento anormal - sendo toda tentativa de mudança social uma falha no sistema, fazendo com que não se consiga mais unir as pessoas da sociedade em seus valores e suas finalidades. Ou seja, a Teoria do Consenso baseia-se na coordenação e cooperação e não na subordinação dos indivíduos na sociedade.

Nem todas essas “verdades” têm o mesmo grau de validade. Na ciência, por exemplo, não se pode postular algo como verdade se não houver evidências físicas ou teóricas de que o seja. Algo parecido acontece com a filosofia. No entanto, isso não se aplica aos outros campos. Nessas áreas, como a ideologia ou a religião, algo é verdadeiro se uma figura de autoridade o diz. Não importa que seja incapaz de provar isso.

Entre uma verdade não comprovada e uma mentira às vezes não há uma grande distância. Apesar disso, muitas pessoas não estão interessadas. Na verdade, estão dispostas a acreditar, mesmo contra todas as evidências. Isso acontece porque, às vezes, a mentira conforta, enquanto a verdade inquieta. É porque há medos ou culpas envolvidas. Também porque a mentira é geralmente mais fácil de entender do que a verdade.

Esta realidade abre uma fenda que muitos têm explorado a fundo. Em muitos casos, basta dizer às pessoas o que elas querem ouvir, porque todos queremos acreditar nas mensagens de que gostamos, independentemente do seu paralelismo com a realidade. Mas não só isso. Também garantem que uma falsidade seja estabelecida cultural e socialmente. Além disso, que muitos sejam capazes de tudo para sustentar essa mentira. Não percebem, ou não querem ver, que isso não os beneficia, mas sim aqueles que os dirigem.

Os grandes setores de poder se deram conta, graças à experiência nazista, de que as sociedades eram capazes de acreditar em qualquer mensagem se esta fosse apresentada de maneira correta. Só era necessário exercer controle absoluto sobre os meios de comunicação sociais e todas aquelas instituições que transmitiam a ideologia, entre elas, a escola. Bastava focar nos medos, nos ódios e nas inseguranças. Em seguida, construir uma “verdade” conveniente e repeti-la para a sociedade.

O que acontece com a repetição é que gera crenças muito profundas. Quando o cérebro capta uma nova situação, há um desequilíbrio, seguido de uma assimilação, uma acomodação e depois uma adaptação. Como quando chegamos a uma cidade que não conhecemos e, no início, nos sentimos deslocados, mas pouco a pouco, de tanto ver os mesmos lugares, vamos nos familiarizando até nos apropriarmos do novo ambiente. De fato, vamos fazendo uma espécie de mapa próprio, a partir do que conhecemos.

Com a mentira repetida, acontece algo parecido. A mente vai se adaptando para ouvi-la, para percebê-la e acaba incorporando-a em sua esfera de pensamento. É o familiar, o conhecido, o que todo mundo afirma. No caso das grandes mentiras do poder, é também a resposta ao medo ou à insegurança. Ou a explicação compreensível do que se ignora ou não se compreende.

Não é gratuito que haja uma relação tão estreita entre o poder e os meios de comunicação. Tradicionalmente, em quase todos os países, são os grandes grupos econômicos ou políticos que têm o controle da imprensa. Até pouco tempo, a mídia independente era uma flor exótica. Com o surgimento das redes sociais, isso tem mudado. As vozes independentes têm se multiplicado e foram ampliadas as alternativas para nos informarmos.
No entanto, as redes sociais também têm aparecido com suas próprias mentiras. Finalmente, não importa através de que meio um conteúdo é transmitido, mas de que intenção se narra e comenta. Além disso, e acima de tudo, importa como o receptor está interessado no que é verdadeiro. “Não há pior cego do que aquele que não quer ver”, diz o ditado popular. E isso sempre funciona no terreno da verdade e da mentira social.
Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade“, essa frase é de Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista, exercendo severo controle sobre as instituições educacionais e os meios de comunicação. Esse é o movimento tático que vem sendo usado pela oposição e seus nazi-apoiadores com o objetivo de criar uma sensação de tensão e caos no país.
Para esses senhores a verdade importa muito pouco, a realidade deixa de existir, passam a viver uma representação da realidade, difundida, na sociedade pós-moderna, por parte mídia, logo ela que deveria ser instrumento garantidor da verdade. Baudrillard defende a teoria de que vivemos em uma era cujos símbolos têm mais peso e mais força do que a própria realidade. Desse fenômeno surgem os “simulacros”, simulações malfeitas do real que, contraditoriamente, são mais atraentes ao espectador do que o próprio objeto reproduzido.
Isso mesmo, por interesse econômico ou meramente eleitoral, pois esses senhores não tem compromisso com a ética, factoides são criados e difundidos assustadoramente, transformando-se em verdade, pois são repetidos “milhões de vezes”, especialmente nas redes sociais.


REFERÊNCIAS

Crítica a razão comunicativa. in: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/176562/000860604.pdf?sequence=3

O consenso para Habermas (Mediação) in: https://jornalemresumo.wordpress.com/2010/07/11/o-consenso-para-habermas/

Razão e consenso em Habermas: teoria discursiva da verdade, da moral, do direito e da
biotecnologia. in:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/download/16132/14669

Teoria do consenso in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_consenso

Uma mentira dita mil vezes. in: https://pt.org.br/uma-mentira-dita-mil-vezes/

Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade? in: https://amenteemaravilhosa.com.br/mentira-repetida-se-torna-verdade/

“Verdade e Consenso” – breves comentários sobre a obra. in: https://emporiododireito.com.br/leitura/verdade-e-consenso-breves-comentarios-sobre-a-obr. Não se trata apenas de entrar em um debate em terrenos pouco explorados pela Filosofia do Direito. O que importa é traçar as coordenadas que nos levam a pensar corretamente, em um mundo complexo, as questões simples, mas essenciais, que giram em torno do modo como pensar a Filosofia do Direito. Todo o universo de interpretação e aplicação no universo jurídico depende dos resultados deste diálogo e confronto. Não se trata de apresentar nossas certezas, mas de operar com a filosofia para clarear nossas incertezas, sabendo trilhar os melhores caminhos.

Verdade, consenso e os discursos contemporâneos, o que estamos verdadeiramente proclamando? in https://jus.com.br/artigos/64379/verdade-consenso-e-os-discursos-contemporaneos-o-que-estamos-verdadeiramente-proclamando. Este artigo abordará, de forma pragmática, os métodos por meio dos quais a comunicação acontece nos sistemas sociais e seus desdobramentos. Observando a problemática por múltiplos olhares e interpretações diversas, derivadas das mais variegadas mentes, o presente trabalho suscitará dúvidas aos leitores (que deverão refletir criticamente), embora não se comprometa a apresentar todas as respostas esperadas (vez que os próprios leitores terão que encontrar tais correspondências avançando ainda mais no estudo/pesquisa dos fenômenos aqui pormenorizados de forma perfunctória). Logo, tal pesquisa se propõe a ser base (ou ponto de partida) para estudos mais profundos no que tange à linguagem, a argumentação e outras questões contemporâneas envoltas nos códigos que compõem os discursos feitos pelo/para o povo. O Direito é uma ciência em constante processo de construção e, na pós-modernidade, sua composição alimenta-se dos elementos intrínsecos aos sermões dominantes. Estamos indo, orientados pelos mais diversos anseios, e continuamos pela via que nos foi imposta, seja descalços ou com botas de sete léguas, porém, para onde? Em busca de uma perspectiva de resposta se inicia, doravante, esta construção.

 

 


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