quarta-feira, 10 de junho de 2015

O Conceito de Dimensão em Avaliação Escolar

O Conceito de Dimensão em Avaliação Escolar

O.Jr Bentes


Resumo: Discutir e analisar a avaliação significa compreender, em primeira instância, que avaliar é medir, mensura não somente o aluno, como também a própria escola e seus atores. Nesse sentido, pretendemos contribuir de forma singela, no sentido de proporcionar reflexões, acerca do tema avaliação da aprendizagem. A partir de então, estabelecemos um diálogo com a bibliografia que trata sobre a avaliação em diversas abordagens. Consideramos que avaliar é indispensável em toda atividade humana e, portanto, em qualquer proposta de educação.

PALAVRAS-CHAVE: Avaliação, Dimensão, Educação, Aprendizagem, Processo.

ABSTRACTTo discuss and analyze the assessment is to understand at first instance that review is to measure, measures not only the student but also the school itself and its actors. We intend to contribute in a simple way, in order to provide reflections on the subject assessment of learning. Since then, we have established a dialogue with the literature that deals with the evaluation of various approaches. We believe that it is essential to assess in all human activity and thus on any education proposal.

KEY WORDS: Evaluation, Dimension, Education, Learning, Process.
DEFINIÇÃO DO PROBLEMA




DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

O interesse pelo estudo foi suscitado pela observação de que alguns profissionais da educação e avaliadores usam o conceito de dimensões em avaliação, neste caso, avaliação institucional de forma equivocada ou pelo menos sem muita clareza sobre o que é concebido pela ciência como dimensão.
Se considerar-se que um avaliador institucional disponibiliza a sociedade informações fundamentais para se ter uma noção do funcionamento de uma determinada instituição educacional, há de se convir que esta ação exige conhecimentos científicos claros para este fim. Para Sousa (2000. p. 106), “a avaliação institucional questiona fundamentalmente como a instituição educacional vem efetivamente cumprindo sua função social”, pertinente às ações e atividades realizadas e empreendidas por esta instituição para o atendimento as demandas da sociedade. 

  
Para a autora citada (idem, ibidem), “a avaliação institucional tem como foco uma instituição educativa. Geralmente essa dimensão tem sido aplicada na avaliação de uma universidade ou instituição de ensino superior, contudo pode ser utilizada para analisar também uma escola do ensino fundamental”. Nesta avaliação, o conceito de dimensão tem sido usado apenas como foco daquilo que é possível de medir, quase sempre, sem considerar a sua amplitude e abrangência potencial.
O conceito de dimensão pode representar extensão em qualquer sentido, tamanho, grandeza, o modo como uma unidade pode ser decomposta em outras, número de vetores linearmente independentes necessários para se descrever o espaço que se está modelando, mas pode também representar o grau de liberdade em relação a algo, alguma coisa, ou mesmo se referir a universos paralelos ou a outros planos de existência, como mostra a ficção científica, em função dos recursos das novas tecnologias.
Portanto, não deveria ser entendida apenas no plano da racionalidade da matéria, do mensurável, objetividade, mas, pelo menos, na ideia de extensão derivada do conceito latino de res extensa, ao pé da letra, coisa que pode ser medida não apenas no sentido de comprimento. Faz-se necessário ultrapassar o limite da quantificação para entender o que qualifica a instituição realmente.
No estudo, pretende-se buscar respostas para questões como:
  1. Como tem sido utilizado o conceito de dimensão no campo da educação?
  2. O que tem sido entendido por dimensão em avaliação institucional?
  3. Como estabelecer coerência no uso do termo dimensão no campo da educação para qualificar as práticas de avaliação institucional?

JUSTIFICATIVA PARA O TEMA E DESENVOLVIMENTO

 

A justificativa para a proposição deste texto encontra lugar no entendimento de que a análise avaliativa de uma instituição educacional precisa considerar as relações pedagógicas presentes na instituição, que se consolidam em sua prática cotidiana e se traduzem em todas as atividades que esta instituição desenvolve, desde os processos de organização de seu currículo, da relação que mantém com seus professores, de como o papel do aluno é compreendido na instituição, até as tecnologias e recursos disponibilizados para as atividades de ensino e pesquisa e, consequentemente, aos resultados de aprendizagem que consolidam tais processos, como destaca Sousa (2000, p. 106-107).

Observou-se que os profissionais da área deram um salto epistemológico muito grandes, e isto ocasionou um vácuo entre o conceito de dimensão na área de ciências exatas e o conceito usado na Pedagogia.

INSTRUMENTAL TEÓRICO
A natureza da pesquisa proposta no projeto “as dimensões da avaliação educacional: uma análise reflexiva sobre práticas avaliativas brasileiras” exige que se compreenda o objeto de estudo em sua dinamicidade e totalidade. O que implica em se recorrer a aportes teóricos, tendo como eixo articulador o materialismo histórico e dialético. A escolha desse referencial teórico se justifica pelo fato de o materialismo propor-se ser uma teorização acerca do homem, da sociedade e das relações que estes estabelecem entre si e com o meio circundante.
Segundo o professor Cipriano Carlos Luckesi, citado por LIBÂNEO (1991; p196) "a avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho."
Para GOLIAS (1995; p90) a avaliação é "entendida como um processo dinâmico, continuo e sistemático que acompanha o desenrolar do ato educativo".
"A valiação é um processo contínuo de pesquisas que visa a interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças esperadas no comportamento dos alunos, propostas nos objetivos, a fim de que haja condições de decidir sobre alternativas de planificação do trabalho e da escola como um todo" PILETTII (1986; p190).
LIBÂNEO (1991; p196) define "avaliação como uma componente do processo de ensino que visa, através da verificação e qualificação dos resultados obtidos, a determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas seguintes".
Dimensão Diagnóstica

 
Este tipo de avaliação realiza-se no início do curso, do ano letivo, do semestre/ trimestre, da unidade ou de um novo tema e pretende verificar o seguinte:
  • Identificar alunos com padrão aceitável de conhecimentos;
  • Constata deficiências em termos de pré-requisitos;
  • Constata particularidades.

Dimensão Formativa
Esta avaliação ocorre ao longo do ano letivo. É através desta avaliação que se faz o acompanhamento progressivo do aluno; ajuda o aluno a desenvolver as capacidades cognitivas, ao mesmo tempo fornece informações sobre o seu desempenho.
  • Informa sobre os objectivos se estão ou não a ser atingidos pelos alunos;
  • Identifica obstáculos que estão a comprometer a aprendizagem;
  • Localiza deficiência/dificuldades.
A avaliação formativa é a componente indispensável e indissociável da prática pedagógica, suas múltiplas funções se consubstanciam na orientação e regulação do processo ensino-aprendizagem no âmbito da aprendizagem significativa. Para o aluno, a função dessa concepção de avaliação é fornecer subsídios para que ele compreenda o seu próprio processo de aprendizagem e o funcionamento de suas capacidades cognitivas subjacentes na resolução de problemas. Dentro desse escopo, o foco se desloca do nível do desempenho para o da competência.
Para o professor, a avaliação formativa orienta e regula a prática pedagógica, uma vez que se propõe analisar e identificar a adequação de ensino com o verdadeiro aprendizado dos alunos. Cowie e Bell definem como um processo bidirecional entre professor e aluno para aprimorar, regular e orientar a aprendizagem. Black e William consideram a avaliação formativa a função de dar feedback na aprendizagem. Nicool e Macfarlane-Dick têm conduzido pesquisas em avaliação formativa, mostrando como esses processos podem ajudar estudantes a reconhecerem seus processos de aprendizagem.

Dimensão Somativa
 
Esta avaliação classifica os alunos no fim de um semestre/trimestre, do curso, do ano lectivo, segundo níveis de aproveitamento. Tem a função classificadora (classificação final).
NÉRICI (1985; p449) "relaciona avaliação com a verificação de aprendizagem pois, para ele, a avaliação é o processo de atribuir valores ou notas aos resultados obtidos na verificação da aprendizagem".


O CONCEITO DE DIMENSÃO DA AVALIAÇÃO EM ALGUNS AUTORES
Com efeito, avaliação por parte do professor tem que ter múltiplas dimensões para o processo avaliativo, Jussara, ainda coloca uma reflexão, coerente a lógica pedagógica e sua situação objetiva a cada profissional da educação.”
Assim, devido às exigências educacionais atuais a avaliação deixa de ter um caráter destituído de sentido e passa a ter uma dimensão reflexiva, crítica e emancipatória constituindo-se num importante instrumento que serve como indicador da qualidade do ensino e da instituição educacional.”
Ressaltamos as contribuições da avaliação como proposta de acompanhamento e análises de resultados numa dimensão diagnóstica, formativa e emancipatória, que articula os aspectos qualitativos e quantitativos, tendo em vista a qualidade da aprendizagem e do ensino.”
Segundo Colognese (2003) desse ponto de vista a avaliação adquire uma dimensão política, ética e social (corrija-se para: política, social e ética)
Falar de avaliação nos remete ao entendimento e reflexão da amplitude da educação. Nesse sentido, a ideia que cada um traz sobre a avaliação está diretamente relacionada à sua própria concepção de educação. Nessa perspectiva, faz-se necessário primeiramente apresentar alguns conceitos de avaliação, para melhor compreensão de sua dimensão e suas implicações na prática educativa.


Freitas 2007 usa três dimensões na obra: A avaliação da educação básica no Brasil: dimensão normativa, pedagógica e educativa.
A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. Através dela os resultados que vão sendo obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados com os objetivos propostos a fim de constatar progressos, dificuldades, e reorientar o trabalho para as correções necessárias (LIBANEO, 1994, p.195)
Em uma entrevista Juassara Hofmann define o seguinte: “Uma terceira questão é a atenção do professor às quatro dimensões que envolvem o processo avaliativo. 
A primeira dimensão é o contexto sócio-cultural do aluno quem é esse aluno, de onde vem, como e com quem ele vive.
A segunda dimensão em avaliação se refere aos saberes significativos. Que saberes estão sendo desenvolvidos? Que sabor têm os saberes que estão sendo propostos a esses alunos? Buscam a formação de um aluno pesquisador, autor de suas próprias idéias? Os temas propostos são adequados ao seu contexto sócio-cultural?
A terceira dimensão em avaliação diz respeito às questões epistemológicas, que hoje se mostram muito preocupantes. Como se aprende? Em que idade, tempo e momento? O que é possível um aluno aprender e entender? A gênese do conhecimento e as teorias de aprendizagem - as questões epistemológicas envolvidas no processo. É preciso que o professor conheça profundamente a sua disciplina para poder lidar com essas questões.
A quarta dimensão da avaliação, que também está articulada aos saberes significativos, é a questão do cenário educativo/avaliativo. Por que não há um cenário educativo e outro cenário avaliativo mais dimensionado?
O cenário avaliativo se constitui no próprio cenário educativo. Eu não posso saber se o meu aluno é autor de suas próprias ideias se apresento uma tarefa onde as perguntas são minhas e ele apenas responde com cruzinhas ou poucas palavras. Se o professor quer que seu aluno seja pesquisador, esse cenário avaliativo precisa envolver muitos livros, muitos autores e várias fontes de informação. Portanto, o cenário educativo se constitui na própria oportunidade do professor de observar o aluno em todas essas dimensões. Se esses quatro eixos não estiverem articulados, o processo avaliativo mediador não se constitui. Na forma de um esquema: o professor articula tarefas, com a mediação no intervalo entre elas, analisando e trabalhando nessas múltiplas dimensões e, principalmente, acompanhando a evolução.
Em Hoffmann 2009 fica claro que a autora compreende a MEDIAÇÃO como uma das dimensões da avaliação, só não entendi qual.
Numa perspectiva de avaliação mediadora passamos a pensar diferente em avaliação, ousando e inventando indo além das críticas sobre as dificuldades ao fazer o jogo do contrário estaríamos fazendo diferente do que sempre se fez. Na dimensão da avaliação mediadora reconstroem-se as práticas avaliativas por meio de ações reflexivas e compromissos inerentes à ação de educar. O professor repensa sua prática constantemente e reconstrói o seu fazer pedagógico.”

Assim sendo, na dimensão da avaliação mediadora reconstroem-se as práticas avaliativas por meio de ações reflexivas e compromissos inerentes à ação de educar. O professor repensa sua prática constantemente e reconstrói o seu fazer pedagógico.”


A avaliação da aprendizagem é defendida por Luckesi (1995) como um ato amoroso, no sentido de que a avaliação, por si, é um ato acolhedor, integrativo, inclusivo. A avaliação, portanto, não está no fim, como resultado da aprendizagem, selecionando os mais aptos, mas, sim, o sujeito aprende, se forma, se constrói porque a avaliação está no interior do ato educativo, é ela que garante que o processo de aprender se efetive e é esse processo que torna o aluno sujeito na "feitura" de si mesmo. Para isso, é necessário entender a avaliação como possibilidade de vir a ser ou fazer um outro de si mesmo, a construção de cada um e do coletivo como diferentes, saudáveis, alegres, cidadãos. É a prática da nossa existência se construindo com base na avaliação que fazemos de nós mesmos e das incorporações que fazemos a partir da percepção-atuação do outro conosco, de tal forma assim como sofremos a interferência do outro, também interferimos na realidade do outro. Portanto, a formação da identidade se dá no encontro com o outro, numa construção social, e não como algo meramente objetivo e natural. O caráter da avaliação tem, assim, outra dimensão. É diferente, pois propicia avanço, progressão, mudança e a criação do novo.



O livro de Berbel, et al.(2001) que aborda a avaliação da aprendizagem no ensino superior através de um retrato em cinco dimensões: pedagógica, instrumental, emocional, ética e corporal-ritual, com base em dados de pesquisa realizada pelas autoras com alunos do curso de licenciatura.
Na obra SEAP/RS - Sistema Estadual de Avaliação Participativa, define-se DIMENSÕES;  são os aspectos mais gerais, que fazem a integração das esferas institucionais macro e micro, cuja ênfase são as grandes características ou traços institucionais que, no seu conjunto, organizam uma identidade que será avaliada: ambiente de trabalho, prática pedagógica, prática da avaliação, gestão institucional, formação, condições de trabalho, ambiente físico da instituição e acesso, permanência e sucesso na escola. São elas: 

O CONCEITO DE DIMENSÃO COMO ESFERAS CONCÊNTRICAS


DIMENSÃO 1 – GESTÃO INSTITUCIONAL
DIMENSÃO 2 – ESPAÇO FÍSICO DA INSTITUIÇÃO
DIMENSÃO 3 – ORGANIZAÇÃO E AMBIENTE DE TRABALHO
DIMENSÃO 4 – CONDIÇÕES DE ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO NA ESCOLA
DIMENSÃO 5 – FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
DIMENSÃO 6 – PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E DE AVALIAÇÃO 

  1. O modelo de avaliação do SINAES

Diagnostiquei dois problemas iniciais na interpretação deste modelo por parte dos profesores da UFOPA. O primeiro diz repeito à estrutura, que eles não utilizavam a esfera como modelo estrutural comparativo para compreenderema o conceito de dimensão e o segundo, pelo parco conhecimento em Física é que eles não percebem que os indicadores são vetores que partem do centro ou da superfície da dimensão inferior para a periferia.
Criado pela Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O Sinaes avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos.
Ele possui uma série de instrumentos complementares: auto-avaliação, avaliação externa, Enade, Avaliação dos cursos de graduação e instrumentos de informação (censo e cadastro). Os resultados das avaliações possibilitam traçar um panorama da qualidade dos cursos e instituições de educação superior no País. Os processos avaliativos são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). A operacionalização é de responsabilidade do Inep.
As informações obtidas com o Sinaes são utilizadas pelas IES, para orientação da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; pelos órgãos governamentais para orientar políticas públicas e pelos estudantes, pais de alunos, instituições acadêmicas e público em geral, para orientar suas decisões quanto à realidade dos cursos e das instituições.

  

Cada Dimensão é composta por INDICADORES (Entenda-se aqui indicadores como vetores que possuem módulo, sentido e direção), que revelam algum aspecto peculiar daquela dimensão. Portanto, os indicadores são a expressão das situações de realidade a ser observada, avaliada e analisada, e onde se quer chegar. Estes indicadores estão na LEI No 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004.

REFERÊNCIAS:
BERBEL, Neusi A. Navas, et al. Avaliação da aprendizagem no ensino superior: um retrato em cinco dimensões. Londrina: Editora UEL, 2001
COLOGNESE, S. A. Avaliação: Desafios para o Planejamento Institucional. Cascavel: EDUNIOESTE, 2003.
FIRME, T. P. (1994) Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro.
FREITAS, Dirce Nei Teixeira de. A avaliação da educação básica no Brasil: dimensão normativa, pedagógica e educativa. Campinas: Autores Associados, 2007.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: Uma prática da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Mediação, 2009a.
____. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediação, 2009b.
____. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2009c.
LIBÂNEO, José (1985); A Prática Pedagógica de Professores da Escola Pública. São Paulo.
PILET, Nelson (2000); Psicologia Educacional, Editora Ática, 17ª Edição, São Paulo
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 14ª Ed. São Paulo: Cortez, 2002.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 1995.
MINED, regulamento geral do ensino básico. Maputo, 2003

REFERÊNCIAS:
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PILET, Nelson (2000); Psicologia Educacional, Editora Ática, 17ª Edição, São Paulo
LUCKESI, C.C. Avaliação da aprendizagem escolar. 14ª Ed. São Paulo: Cortez, 2002.
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MINED, regulamento geral do ensino básico. Maputo, 2003

BIBLIOGRAFIA
BORDENAVE, Juan Dias & PEREIRA, A. Martins; Estratégias de Ensino-Aprendizagem.
FIRME, T. P. (1994) Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação. Rio de Janeiro.
GADOTTI, M. Educação e poder: introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 1984.
HOFMFMAN, Jussara. Avaliação: Mito e Desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre , Educação e Realidade , 1993.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e preposições. São Paulo: Cortez, 1999.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e criando a prática. 2 ed. Salvador: Malabares Comunicações e eventos, 2005.
MENDES, O. M. Avaliação formativa no ensino superior: reflexões e alternativas possíveis. In: VEIGA, I. P. A e NAVES, M. L. P. (orgs). Currículo e avaliação na educação superior. Araraquara – SP: Junqueira & Marin, 2005, p. 175-197.
MINED, regulamento geral do ensino básico. Maputo, 2003.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência a regulação das aprendizagens entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação; concepção dialética libertadora da avaliação escolar. São Paulo: Libertad, 2000.


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